quarta-feira, 6 de março de 2013
Mordomia cristã e o ambiente_Resumo_Lição_1012013
Mordomia
cristã e o ambiente
2 a 9 de março
|
VERSO
PARA MEMORIZAR:
“Deus
os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei
a Terra e sujeitai-a; dominai
sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre
todo animal
que rasteja pela Terra” (Gn 1:28).
Enquanto
permanecessem fiéis a Deus, Adão e sua companheira deveriam exercer
governo sobre a Terra.
Deu-se-lhes
domínio ilimitado sobre toda a coisa vivente.
O leão e o cordeiro brincavam pacificamente em redor deles, ou
deitavam-se-lhes aos pés. Os ditosos pássaros esvoaçavam ao seu
redor, sem temor; e, ao ascenderem seus alegres cantos em louvor ao
Criador, Adão e Eva uniam-se a eles em ações de graças ao Pai e
ao Filho. Patriarcas
e Profetas, págs. 48-50.
Adão
foi coroado rei no Éden. A
ele fora dado domínio sobre toda coisa viva que Deus havia criado.
O
Senhor abençoou Adão e Eva com inteligência, como não havia dado
a qualquer outra criatura.
Ele
tornou Adão o legítimo soberano de todas as obras de Suas mãos.
Testimonies,
vol. 1, pág. 1.082.
Objetivo:
Entender
como a administração foi dada ao homem, e como está relacionada
também com o cuidado do meio ambiente.
Domingo - Domínio outorgado no princípio
“Também
disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa
semelhança; tenha ele domínio sobre os peixes
do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre
toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam
pela terra.” (Gênesis 1:26 RA)
1.
Qual foi a resposta de Davi para a honra que Deus deu aos seres
humanos? O que significam a “honra e glória” que nos foram
dadas, especialmente no contexto dos seres humanos recebendo o
domínio sobre a Terra? Sl
8
Da
boca de pequeninos e crianças de peito suscitaste força, por causa
dos teus adversários, para fazeres emudecer o inimigo e o vingador.
Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, e a lua e as
estrelas que estabeleceste, que é o homem, que dele te lembres E o
filho do homem, que o visites? Fizeste-o, no entanto, por um
pouco, menor do que Deus e de glória e de honra o coroaste.
Deste-lhe domínio sobre as obras da tua mão e sob seus pés
tudo lhe puseste: ovelhas e bois, todos, e também os animais
do campo; as aves do céu, e os peixes do mar, e tudo o que percorre
as sendas dos mares. Ó SENHOR, Senhor nosso, quão magnífico em
toda a terra é o teu nome!” (Salmos 8:1-9 RA)
Davi
louvou a grandeza, “Ó
SENHOR, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome!
Pois expuseste nos céus a tua majestade”
e a bondade de Deus em criar todas as coisas e coloca-las sob o
domínio e cuidado do ser humano, Domínio
outorgado no princípio,
fazendo-os inferior
somente a ti mesmo e lhe deste glória (importância,
grandeza
e reputação)
e a honra (dignidade
moral e as responsabilidades)
de um rei.
“Fizeste-o,
no entanto, por um pouco, menor do que Deus e de glória e de honra o
coroaste. Deste-lhe domínio sobre as obras da tua mão e sob seus
pés tudo lhe puseste: ovelhas e bois, todos, e também os animais do
campo; as aves do céu, e os peixes do mar, e tudo o que percorre as
sendas dos mares”. Sal. 8:1-9.
Criados
para serem a "imagem
e glória de Deus" (I Cor. 11:7),
Adão e Eva tinham obtido prerrogativas que os faziam bem dignos de
seu alto destino. Dotados de formas graciosas e simétricas, de
aspecto regular e belo, o rosto resplandecendo com o rubor da saúde
e a luz da alegria e esperança, apresentavam eles em sua aparência
exterior a semelhança dAquele que os criara. Esta semelhança não
se manifestava apenas na natureza física.
Todas
as faculdades do espírito e da alma refletiam a glória do Criador.
Favorecidos
com elevados dotes espirituais e mentais, Adão e Eva foram feitos um
pouco menores do que os anjos (Heb.
2:7),
para que não somente pudessem discernir as maravilhas do universo
visível, mas também compreender as responsabilidades e obrigações
morais.
Educação,
pág. 20.
“Havendo,
pois, o SENHOR Deus formado da terra todos os animais do campo e
todas as aves dos céus, trouxe-os
ao homem, para ver como este lhes chamaria;
e o nome que o homem desse a todos os seres viventes, esse seria o
nome deles.” (Gênesis 2:19 RA)
“Tomou,
pois, o SENHOR Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o
cultivar e o guardar”. Gên. 2:15. A humanidade não
podia ser feliz em ociosidade, Foi então determinada uma
ocupação útil, para promover a valorização contínua de sua
administração para com o criador; para o exercício físico visando
todo o corpo; para o aprimoramento mental, através da meditação e
elaboração de estratégias para melhor cuidar dos animais e do
planeta; e para o desenvolvimento do caráter, estudando o que havia
sido criado, e aprendendo diariamente do criador como proceder
adequadamente para refletir o Seu caráter.
Aos
cuidados de Adão e Eva foi confiado o jardim,
"para o lavrar e o guardar".
Gên. 2:15. Conquanto fossem ricos em
tudo que o Possuidor do Universo pudesse proporcionar, não
deveriam estar ociosos. Foi-lhes
designada uma útil ocupação, como uma bênção, para
fortalecer-lhes o corpo, expandir a mente e desenvolver o caráter.
Educação, pág. 21.
Deus
preparou um belo jardim para Adão e Eva. Proveu-os de tudo quanto
exigiam suas necessidades. Plantou
para eles árvores frutíferas de toda a espécie. Com mão liberal
circundou-os de Sua misericórdia. As árvores para utilidade e
adorno, e as lindas flores, que brotavam espontaneamente e cresciam
em rica profusão ao redor deles, deviam ignorar a degeneração.
Adão e Eva eram ricos de fato.
Possuíam o Éden. Adão era senhor em seu belo domínio. Ninguém
pode contestar o fato de que ele foi rico. Deus
sabia, porém, que Adão não podia ser feliz sem ocupação.
Deu-lhe portanto algo
para fazer; devia cultivar o jardim.
Conselhos Sobre Educação, 23.
Era
desígnio de Deus que o homem encontrasse felicidade no emprego de
cuidar das coisas que Ele criara,
e que Suas necessidades fossem satisfeitas com os frutos das árvores
do jardim. O Lar Adventista, pág. 27.
Quando
em conselho com o Pai, antes que o mundo existisse, foi resolvido que
o Senhor plantasse um jardim no Éden para Adão e Eva, e lhes desse
a tarefa de cuidar das árvores frutíferas e cultivar e arranjar a
vegetação. O trabalho útil devia ser
sua salvaguarda e se devia perpetuar por todas as gerações, até o
fim da história terrestre. Signs of the Times, 13 de agosto
de 1896.
Ele
dotara Adão com poderes de uma mente superior, como nenhuma outra
criatura que Suas mãos fizeram. Sua superioridade mental era um
pouco menor do que a dos anjos. Estava em condição de
familiarizar-se com a sublimidade e a glória da natureza, e
compreender o caráter do Pai celestial nas Suas obras criadas. As
glórias do Éden, e sobre tudo em que pudesse repousar os olhos,
testificava do amor e do infinito poder de seu Pai.
O
desprendimento foi a primeira lição moral dada a Adão. O governo
de tudo foi-lhe colocado nas mãos. Julgamento, razão e consciência
estavam sob seu domínio. Deserto
da Tentação, 14-15.
Segunda - Cuidando de outras criaturas
4.
Leia Apocalipse
4:11.
Qual é a diferença radical entre esse texto e as noções comuns
dos ateus acerca de uma criação sem um criador, que surgiu
unicamente pelo acaso?
“Tu
és digno, Senhor e Deus nosso, de receber a glória, a honra e o
poder, porque todas as coisas tu criaste, sim, por
causa da tua vontade vieram a existir e foram criadas.”
(Apocalipse 4:11 RA)
A
diferença radical está no fato de um reconhecer o criador e
proprietário de tudo, e o outro não; Sabemos
pela revelação contida na natureza que Deus criou o mundo, e tudo
que nele há (Sal.
19:1-4) “porque
todas as coisas tu criaste, sim, por causa da tua vontade vieram a
existir e foram criadas.” Apoc. 4:11 e
"do
Senhor é a terra e tudo o que nela existe".
I Cor. 10:26. (Ex 19:5; Sl 24:1; Sl 50:12; Jó 41:11).
E pela mesma natureza os homens são indesculpáveis de não
reconhece-lo como criador (Rom.
1:19-20).
É
importante ter em mente que O Senhor é o criador, e por tanto dono
de todas as coisas
"Pois são Meus todos os animais do bosque e as alimárias aos
milhares sobre as montanhas. Conheço todas as aves dos montes, e são
Meus todos os animais que pululam no campo. ... Pois o mundo é Meu e
quanto nele se contém." Sal. 50:10-12. Reconhecendo
isso ou não o fato é que um dia teremos que dar contas de nossa
administração Mat. 25:19.
Por
isso é vital aprender a como representar bem ao Senhor,
desenvolvendo um caráter semelhante ao de cristo para beneficiar ao
nosso próximo, zelando do corpo, cuidando de outras criaturas
e do ambiente que vivemos da melhor maneira possível, e assim ser um
servo aprovado. “Bem
está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te
colocarei; entra no gozo do teu senhor”. Mat.
25:21-23; 33-34.
Na
formação de nosso mundo, Deus não dependeu de substância ou
matéria preexistente. Pois "o
visível veio a existir das coisas que não aparecem". Heb.
11:3.
Pelo contrário, todas
as coisas, materiais ou espirituais, surgiram diante do Senhor... em
cumprimento de Seu comando e foram criadas em função de Seu próprio
desígnio.
Os céus e todo o
seu exército, a Terra e todas as coisas que nela há, não são
somente obra de Suas mãos; vieram à existência pelo sopro de Sua
boca.
Manuscrito
127, 1897.
Terça - O sábado e o meio ambiente
Assim
terminou a criação do céu, e da terra, e de tudo o que há neles.
No sétimo dia Deus acabou de fazer todas as coisas e
descansou de todo o trabalho que havia feito. (Ex
20:11; Ex 31:17; Dt 5:14; Hb 4:4; Dt 5:12) Então
abençoou o sétimo dia e o separou como um dia sagrado, pois nesse
dia ele acabou de fazer todas as coisas e descansou. Gên. 2:1-3.
O
Sábado nos lembra do criador, que Ele descansou, abençoou e
santificou este dia “em seis dias, fez
o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há
e, ao sétimo dia, descansou;
por isso, o SENHOR abençoou o dia
de sábado e o santificou.”
Êxo. 20:11. O
criador fez O
sábado e o meio ambiente Ele
é
o dono de todas as coisas
e que estabelece a sua vontade para o bem estar de sua criação
“Lembra-te
do dia de sábado, para o santificar.
Seis dias trabalharás e farás toda
a tua obra. Mas o sétimo dia é o
sábado do SENHOR, teu Deus; não
farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem
o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das
tuas portas para dentro” Êxo.
20:8-10. Estamos na elevada posição de
administradores e representantes da divindade e devemos cumpri-la com
gratidão e alegria, reconhecendo os benefícios dados pelo Senhor a
cada um de nós.
Acerca
do sábado, diz mais o Senhor ser ele um "sinal...
para que saibais que Eu sou o Senhor, vosso Deus". Ezeq. 20:20.
E a razão apresentada é: "Porque
em seis dias fez o Senhor os céus e a Terra, e, ao sétimo dia,
descansou, e restaurou-Se." Êxo. 31:17.
Enquanto
o fato de que Ele é o nosso Criador continuar a ser razão por que O
devamos adorar, permanecerá o sábado como sinal e memória disto.
Tivesse
sido o sábado universalmente guardado, os pensamentos e afeições
dos homens teriam sido dirigidos ao Criador como objeto de reverência
e culto, jamais tendo havido idólatra, ateu, ou incrédulo. A guarda
do sábado é um sinal de lealdade para com o verdadeiro Deus,
"Aquele
que fez o céu, e a Terra, e o mar, e as fontes das águas".
Apoc. 14:7.
Segue-se que a mensagem que ordena aos homens adorar a Deus e guardar
Seus mandamentos, apelará especialmente para que observemos o quarto
mandamento. O
Grande Conflito, págs. 436-438.
Quarta - Mordomos da saúde
6.
Leia 1
Coríntios 6:19, 20.
Qual é nossa responsabilidade diante de Deus a respeito do cuidado
do nosso corpo?
“Acaso,
não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo,
que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não
sois de vós mesmos?” (1 Coríntios 6:19 RA)
O
Senhor nós colocou também como mordomos da saúde, responsáveis
pelo cuidado geral do nosso ser; corpo, mente e espírito. O apóstolo
Paulo nós lembra que não devemos descuidar dele pois pertence a
Deus. “Será
que vocês não sabem que o corpo de vocês é o templo do Espírito
Santo, que vive em vocês e lhes foi concedido por Deus? Vocês não
pertencem a vocês mesmos, mas a Deus,
(1Co 3:16; 2Co 6:16; Ef 2:21; Hb 3:6; 1Pe 2:5)
pois
ele os comprou e pagou o preço. Portanto, usem o seu corpo para a
glória dele. I Cor. 6:17-20.
Rogo-vos,
pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis o vosso corpo
em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto
racional. (1Pe 2:5; Rm 6:13; Rm 6:16; Ap 1:6) E não
vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação
do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa,
agradável e perfeita vontade de Deus. Rom. 12:1-2.
Que
Deus, que nos dá a paz, faça com que vocês sejam completamente
dedicados a ele. E que ele conserve o espírito, a alma e o corpo de
vocês livres de toda mancha, para o dia em que vier o nosso Senhor
Jesus Cristo. Aquele que os chama é fiel e fará isso. I Tess.
5:23-24.
Deus
nos compele a, em vez de gastar nossas faculdades, nossos talentos e
o vigor do cérebro e dos músculos em coisas sem importância,
frívolas, meramente para entreter e satisfazer ao próprio eu, ter
em vista a eternidade, e conservar-nos sob o controle da guia do
Espírito Santo. Temas elevados, puros, enobrecedores devem ser
assunto de contemplação. A nós,
individualmente, como propriedade Sua, diz Deus: Não sois de vós
mesmos;
"porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a
Deus no vosso corpo e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus".
I Cor. 6:19 e 20. Manuscrito 21, 1898.
O
coração do homem pode ser habitação do Espírito Santo.
Pode a paz de Cristo, que ultrapassa o entendimento, pousar em vosso
coração, e o transformador poder de Sua graça atuar em vossa vida,
habilitando-vos para as cortes de glória. Se,
porém, cérebro, nervo e músculo são todos empregados no serviço
do próprio eu, não estais fazendo de Deus e do Céu a primeira
consideração de vossa vida.
É impossível entretecer no caráter as graças de Cristo enquanto
estais pondo do lado do mundo todas as vossas energias.
Podereis ter êxito em acumular tesouros na Terra, para a glória do
próprio eu; mas "onde estiver o vosso
tesouro, aí estará também o vosso coração". Mat. 6:21.
As considerações eternas se
tornarão de importância secundária.
Podereis tomar parte nas
formas exteriores de culto; vosso serviço, porém, será uma
abominação ao Deus do Céu.
Review and Herald, 24 de janeiro de 1888.
Aquela
perfeição de caráter que o Senhor requer é o ajustamento de todo
o ser como um templo para a habitação do Espírito Santo. Deus não
aceitará nada menos que o serviço de todo o organismo humano.
Não basta pôr em ação certas partes do mecanismo vivo. Todas as
partes precisam trabalhar em perfeita harmonia, do contrário o
serviço será deficiente. É assim que o homem se habilita a
cooperar com Deus no apresentar Cristo ao mundo. Assim Deus deseja
preparar um povo para estar diante dEle puro e santo, para que os
possa introduzir na sociedade dos anjos celestes. Review
and Herald, 12 de novembro de 1901.
Foi-nos
confiada a mais solene mensagem que já foi dada ao nosso mundo, e o
objetivo a ser mantido clara e distintamente diante de nosso
espírito, é a glória de Deus. Cuidemos
em que não façamos coisa alguma que enfraqueça a saúde física,
mental e espiritual, pois Deus não aceitará um sacrifício
manchado, enfermo, corrupto.
Importa exercer cuidado no
comer, beber, vestir e trabalhar, não seja que diminuamos nossa
eficiência. …
É
nosso dever exercitar e disciplinar o corpo a fim de prestarmos ao
Mestre o mais elevado serviço possível. Não devemos ser
dominados pela inclinação. Não devemos satisfazer o apetite e
condescender com o uso daquilo que não nos faz bem, simplesmente
porque nos agrada ao paladar; tampouco devemos procurar viver no
plano da fome, com a idéia de que nos tornaremos espirituais, e que
Deus será glorificado. Cumpre-nos usar a
inteligência que Deus nos concedeu a fim de sermos perfeitos no
corpo, na alma, e no espírito, para possuirmos caráter simétrico,
mente equilibrada, e fazermos obra perfeita para o Mestre.
Manuscrito 60, 1894.
O
sagrado templo do corpo deve ser conservado puro e incontaminado,
para que o Santo Espírito de Deus nele possa habitar.
Carta 103, 1897.
“Ninguém que professe piedade considere com indiferença a saúde do corpo, nem se iluda com o pensamento de que a intemperança não é pecado e não afetará sua espiritualidade. Existe uma estreita afinidade entre a natureza física e a moral. O padrão de virtude é elevado ou rebaixado por meio dos hábitos físicos [...] Qualquer hábito que não promova o perfeito funcionamento saudável do organismo humano degrada as mais elevadas e nobres faculdades” (Ellen G. White, Conselhos Sobre saúde, 67).
Quinta - Princípios de mordomia cristã
7.
“Toda
boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das
luzes, que não muda como sombras inconstantes” (Tg 1:17).
Como esse texto ajuda a estabelecer a base para um conceito de
mordomia fundamentado na Bíblia?
“Toda
boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das
luzes, em quem não há mudança, nem sombra de variação.”
Tg 1:17. (Nm
23:19; Ml 3:6; Rm 11:29).
Devemos então reconhecer a fidelidade divina para conosco, sendo
gratos pelas dádivas e pelos dons recebidos e usá-los para glória
de Deus e para Seu serviço de salvar almas.
Todos
os homens foram comprados por este infinito preço.
Derramando
toda a riqueza do Céu neste mundo, dando-nos todo o Céu em Cristo,
Deus adquiriu a vontade, as afeições, a mente, a alma de todo ser
humano. Crentes
ou incrédulos, todos os homens são propriedade do Senhor. Todos são
chamados para Seu serviço, e todos deverão, no grande dia do Juízo,
prestar contas da maneira em que respondem a esta reivindicação.
Parábolas de Jesus p. 325.
8.
Leia Mateus
25:14-30.
Como essa parábola ilustra as recompensas da boa mordomia? Qual é a
mensagem da parábola sobre os princípios da mordomia em geral?
“Pois
será como um homem que, ausentando-se do país, chamou os seus
servos e lhes confiou os seus bens. A um deu cinco talentos, a outro,
dois e a outro, um, a cada um segundo a sua própria capacidade; e,
então, partiu. O que recebera cinco talentos saiu imediatamente a
negociar com eles e ganhou outros cinco. Do mesmo modo, o que
recebera dois ganhou outros dois. Mas o que recebera um, saindo,
abriu uma cova e escondeu o dinheiro do seu senhor. Depois de muito
tempo, voltou o senhor daqueles servos e ajustou contas com eles.
Então, aproximando-se o que recebera cinco talentos, entregou
outros cinco, dizendo: Senhor, confiaste-me cinco talentos; eis aqui
outros cinco talentos que ganhei. Disse-lhe o senhor: Muito bem,
servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei;
entra no gozo do teu senhor. E, aproximando-se também o que recebera
dois talentos, disse: Senhor, dois talentos me confiaste; aqui tens
outros dois que ganhei. Disse-lhe o senhor: Muito bem, servo bom e
fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo
do teu senhor. Chegando, por fim, o que recebera um talento,
disse: Senhor, sabendo que és homem severo, que ceifas onde não
semeaste e ajuntas onde não espalhaste, receoso, escondi na terra o
teu talento; aqui tens o que é teu. Respondeu-lhe, porém, o senhor:
Servo mau e negligente, sabias que ceifo onde não semeei e ajunto
onde não espalhei? Cumpria, portanto, que entregasses o meu
dinheiro aos banqueiros, e eu, ao voltar, receberia com juros o que é
meu. Tirai-lhe, pois, o talento e dai-o ao que tem dez. Porque
a todo o que tem se lhe dará, e terá em abundância; mas ao que não
tem, até o que tem lhe será tirado. E o servo inútil, lançai-o
para fora, nas trevas. Ali haverá choro e ranger de dentes.”
(Mateus 25:14-30 RA)
Os
Talentos são multiplicados pelo uso; se
utilizarmos nossos talentos conforme a orientação divina,
receberemos
maiores dons para empregar.
Talento
usado, talento multiplicado. O
êxito
não é resultado do acaso, nem do destino; é a operação da
providência de Deus, a recompensa da fé e discrição, da virtude e
do esforço perseverante. O
Senhor deseja que utilizemos todos os dons que possuímos; e se assim
fizermos teremos maiores dons para empregar.
Parábolas de Jesus, 354-355.
O
bom uso dos Talentos;
não
importa quantos recursos você tenha, se não sabe como usa-lós
nunca será o suficiente. Conheço pessoas que ganham bem, mais
quanto mais ganham mais se endividam e estão sempre no vermelho e
reclamando. Imagine agora um homem em cima de varias escadas na
horizontal tentando olhar por sobre o muro sem conseguir, sendo que
apenas uma escada na posição vertical alcaçaria o objetivo por
mais incrível que possa parecer e assim que acontece em muitas áreas
importantes da vida se não buscarmos orientação. É importante ter
os recursos, e essencial ter a sabedoria divina para usa-lós de
forma adequada.
Os
talentos, conquanto poucos, devem ser empregados.
A questão que mais nos
interessa não é:
Quanto recebi? mas:
O que faço com o que
tenho? O
desenvolvimento de todas as nossas faculdades é a primeira obrigação
que devemos a Deus e a nossos semelhantes.
Ninguém,
que não esteja crescendo diariamente em capacidade e utilidade,
estará cumprindo o propósito da vida. Fazendo profissão de fé em
Cristo, comprometemo-nos a tornar-nos tudo quanto nos seja possível,
como obreiros, para o Mestre, e devemos cultivar cada faculdade ao
mais elevado grau de perfeição, para que possamos fazer o maior bem
que formos capazes de realizar.
Parábolas de Jesus, 329.
“Cristo
confia a Seus servos ‘Seus
bens’
– alguma coisa que deve ser usada para Ele. Dá ‘a
cada um a sua obra’.
Todos têm seu lugar no plano eterno do Céu. Todos devem colaborar
com Cristo para a salvação das pessoas. Tão certo como nos está
preparado um lugar nas mansões celestes, há também um lugar
especial designado na Terra, onde devemos trabalhar para Deus”.
Parábolas
de Jesus, p. 326, 327.
Realizar
com fidelidade, e não apenas professar.
Quando
todos os casos forem passados em revista diante de Deus, jamais se
perguntará: O que professavam?
mas: O que fizeram?
Foram praticantes da Palavra?
Viveram para si?
ou se exercitaram nas
obras de beneficência, nos atos de bondade, no amor, preferindo os
outros a si mesmos, e a si mesmos negando para serem uma bênção
para os outros?
Se
o registro revelar que essa tem sido sua vida, que o caráter deles
tem-se assinalado pela ternura, abnegação e benevolência,
receberão a bendita certeza e bênção de Cristo:
"Bem
está" (Mat. 25:23), "Vinde, benditos de Meu Pai, possuí
por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do
mundo." Mat. 25:34. Review
and Herald, 13 de julho de 1886.
Sexta
- Conclusão:
Em
“Mordomia
cristã e o ambiente”
aprendi
que …
Domingo
-
Davi
louvou a grandeza, “Ó
SENHOR, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome!
Pois expuseste nos céus a tua majestade”
e a bondade de Deus em criar todas as coisas e coloca-las sob o
domínio e cuidado do ser humano, Domínio
outorgado no princípio,
fazendo-os inferior
somente a ti mesmo e lhe deste glória (importância,
grandeza
e reputação)
e a honra (dignidade
moral e as responsabilidades)
de um rei.
“Fizeste-o,
no entanto, por um pouco, menor do que Deus e de glória e de honra o
coroaste. Deste-lhe domínio sobre as obras da tua mão e sob seus
pés tudo lhe puseste: ovelhas e bois, todos, e também os animais do
campo; as aves do céu, e os peixes do mar, e tudo o que percorre as
sendas dos mares”. Sal. 8:1-9.
“Tomou,
pois, o SENHOR Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o
cultivar e o guardar”. Gên. 2:15.
A humanidade não
podia ser feliz em ociosidade, Foi
então determinada uma ocupação útil, para promover a valorização
contínua de sua administração para com o criador; para o exercício
físico visando todo o corpo; para o aprimoramento mental, através
da meditação e elaboração de estratégias para melhor cuidar dos
animais e do planeta; e para o desenvolvimento do caráter, estudando
o que havia sido criado, e aprendendo diariamente do criador como
proceder adequadamente para refletir o Seu caráter.
Segunda
-
É
importante ter em mente que O Senhor é o criador, e por tanto dono
de todas as coisas
"Pois são Meus todos os animais do bosque e as alimárias aos
milhares sobre as montanhas. Conheço todas as aves dos montes, e são
Meus todos os animais que pululam no campo. ... Pois o mundo é Meu e
quanto nele se contém." Sal. 50:10-12. Reconhecendo
isso ou não o fato é que um dia teremos que dar contas de nossa
administração Mat. 25:19.
Por
isso é vital aprender a como representar bem ao Senhor,
desenvolvendo um caráter semelhante ao de cristo para beneficiar ao
nosso próximo, zelando do corpo, Cuidando
de outras criaturas
e
do ambiente que vivemos da melhor maneira possível, e assim ser um
servo aprovado. “Bem
está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te
colocarei; entra no gozo do teu senhor”. Mat.
25:21-23; 33-34.
A
diferença radical está no fato de um reconhecer o criador e
proprietário de tudo, e o outro não; Sabemos
pela revelação contida na natureza que Deus criou o mundo, e tudo
que nele há (Sal.
19:1-4) “porque
todas as coisas tu criaste, sim, por causa da tua vontade vieram a
existir e foram criadas.” Apoc. 4:11 e
"do
Senhor é a terra e tudo o que nela existe".
I Cor. 10:26. (Ex
19:5; Sl 24:1; Sl 50:12; Jó 41:11).
E pela mesma natureza os homens são indesculpáveis de não
reconhece-lo como criador (Rom.
1:19-20).
Terça
-
O
Sábado nos lembra do criador, que Ele descansou, abençoou e
santificou este dia “em
seis dias,
fez
o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há
e, ao
sétimo dia, descansou;
por isso, o
SENHOR abençoou o dia de sábado e o santificou.”
Êxo. 20:11. O
criador fez O
sábado e o meio ambiente
Ele
é
o dono de todas as coisas, e estabelece a sua vontade para o bem
estar de sua criação “Lembra-te
do dia de sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás e farás
toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR, teu Deus;
não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua
filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o
forasteiro das tuas portas para dentro”
Êxo. 20:8-10. Estamos
na elevada posição de administradores e representantes da divindade
e devemos cumpri-la com gratidão e alegria, reconhecendo os
benefícios dados pelo Senhor a cada um de nós.
Quarta
– O
Senhor nós colocou também como
Mordomos
da saúde,
responsáveis pelo cuidado geral do nosso ser; corpo, mente e
espírito. O apóstolo Paulo nós lembra que não devemos descuidar
dele pois pertence a Deus. “Será
que vocês não sabem que o corpo de vocês é o templo do Espírito
Santo, que vive em vocês e lhes foi concedido por Deus? Vocês não
pertencem a vocês mesmos, mas a Deus,
(1Co 3:16; 2Co 6:16; Ef 2:21; Hb 3:6; 1Pe 2:5)
pois
ele os comprou e pagou o preço. Portanto, usem o seu corpo para a
glória dele. I Cor. 6:17-20.
“Ninguém
que professe piedade considere com indiferença a saúde do corpo,
nem se iluda com o pensamento de que a intemperança não é pecado e
não afetará sua espiritualidade. Existe uma estreita afinidade
entre a natureza física e a moral. O
padrão de virtude é elevado ou rebaixado por meio dos hábitos
físicos [...] Qualquer hábito que não promova o perfeito
funcionamento saudável do organismo humano degrada as mais elevadas
e nobres faculdades”
Conselhos
Sobre saúde, 67).
Quinta
-
“Toda
boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das
luzes, em quem não há mudança, nem sombra de variação.”
Tg 1:17. (Nm
23:19; Ml 3:6; Rm 11:29).
Os Princípios
de mordomia cristã
se
baseiam no fato de que devemos reconhecer a fidelidade divina para
conosco, sendo gratos pelas dádivas e pelos dons recebidos e
usá-los para glória de Deus e para Seu serviço de salvar almas.
Os
Talentos são multiplicados pelo uso;
se utilizarmos
nossos talentos conforme a orientação divina, receberemos maiores
dons para empregar.
O
bom uso dos Talentos;
não importa quantos recursos você tenha, se não sabe como usa-lós
nunca será o suficiente. Conheço pessoas que ganham bem, mais
quanto mais ganham mais se endividam e estão sempre no vermelho e
reclamando. Imagine agora um homem em cima de varias escadas na
horizontal tentando olhar por sobre o muro sem conseguir, sendo que
apenas uma escada na posição vertical alcaçaria o objetivo por
mais incrível que possa parecer e assim que acontece em muitas áreas
importantes da vida se não buscarmos orientação. É importante ter
os recursos, e essencial ter a sabedoria divina para usa-lós de
forma adequada.
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