quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Jesus, provedor e mantenedor_Liç_original_812013 _com_textos
16
a 23 de fevereiro
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Jesus, provedor e mantenedor
Sábado
à tarde
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Ano
Bíblico: Nm 15, 16
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VERSO PARA MEMORIZAR: “O meu Deus, segundo a Sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades” (Fp 4:19).
Deus
mantém a criação de maneira tão regular que, muitas vezes o
Universo é comparado a uma máquina que Deus deixou para funcionar
por si mesma. No entanto, em lugar de uma máquina, a metáfora
melhor é que a criação é como um instrumento musical que Deus usa
para produzir a desejada “melodia”. Ou seja, Ele está
constantemente envolvido na manutenção de tudo que criou.
No
Universo, nada existe independentemente do Senhor. Ele criou tudo:
“Todas
as coisas foram feitas por intermédio dEle, e, sem Ele, nada do que
foi feito se fez” (Jo
1:3).
Não só isso, mas Ele é quem sustenta tudo. Ainda mais
surpreendente é saber que Aquele que criou e tudo mantém foi
crucificado por nós.
“O apóstolo Paulo, escrevendo pelo Espírito Santo, declarou acerca de Cristo: ‘Tudo foi criado por Ele e para Ele. E Ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por Ele’ (Cl 1:16, 17, RC). A mão que sustém os mundos no espaço, a mão que conserva em seu ordenado arranjo e incansável atividade todas as coisas através do Universo de Deus, é a que na cruz foi pregada por nós” (Ellen G. White, Educação, p . 132).
Ano
Bíblico: Nm 17–19
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O Mantenedor
Ele,
que é o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser,
sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, depois de ter
feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da
Majestade, nas alturas, (Hebreus 1:3)
pois,
nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as
visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer
principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para
ele. Ele é antes de todas as coisas. Nele, tudo subsiste.
(Colossenses 1:16-17)
A
implicação aqui é que Jesus continua a manter a existência do
Universo, pelo Seu poder. O Universo não é independente. Sua
existência depende do exercício contínuo da vontade divina. Essa é
uma refutação ao deísmo, filosofia segundo a qual Deus criou o
mundo para que governasse a si mesmo e, em seguida, o deixou para que
evoluísse sem qualquer ação adicional dEle. A Bíblia exclui tal
teoria.
Além disso, Deus não está na criação, constantemente criando-a, como nas falsas teorias do panteísmo (Deus e o Universo são a mesma coisa) ou panenteísmo (Deus habita o Universo como se fosse seu próprio corpo). Ele não é dependente do Universo de maneira nenhuma. Ele é separado do Universo; existiu e continua a existir independentemente dele. O Universo depende de Deus, mas o Criador não depende do Universo.
todavia,
para nós há um só Deus, o Pai, de quem são todas as coisas e para
quem existimos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas
as coisas, e nós também, por ele. (1 Coríntios 8:6)
pois
nele vivemos, e nos movemos, e existimos, como alguns dos vossos
poetas têm dito: Porque dele também somos geração. (Atos 17:28)
Dependemos
do poder mantenedor de Deus, momento a momento, dia após dia. É por
causa do Seu amor que continuamos a existir e somos capazes de agir e
formar relacionamentos. De modo especial, isso é verdade para os que
se entregaram a Deus e que estão, como Paulo descreve, “em
Cristo” (2Co
5:17; Ef
2:10;
observe as referências à criação nesses textos). Outra verdade é
que mesmo os que rejeitam a salvação dependem do poder sustentador
de Deus para sua existência. Daniel apresentou esse ponto de modo
muito incisivo ao rei Belsazar, quando disse: “Mas
a Deus, em cuja mão está a tua vida e todos os teus caminhos, a Ele
não glorificaste”
(Dn
5:23).
E,
assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas
antigas já passaram; eis que se fizeram novas. (2 Coríntios 5:17)
Pois
somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais
Deus de antemão preparou para que andássemos nelas. (Efésios 2:10)
E
te levantaste contra o Senhor do céu, pois foram trazidos os
utensílios da casa dele perante ti, e tu, e os teus grandes, e as
tuas mulheres, e as tuas concubinas bebestes vinho neles; além
disso, deste louvores aos deuses de prata, de ouro, de bronze, de
ferro, de madeira e de pedra, que não vêem, não ouvem, nem sabem;
mas a Deus, em cuja mão está a tua vida e todos os teus caminhos, a
ele não glorificaste. (Daniel 5:23)
Com
tudo isso em mente, como podemos entender a realidade do
livre-arbítrio e livre escolha? Por que esses elementos da nossa
existência são tão importantes para o conjunto das nossas crenças?
Ano
Bíblico: Nm 20, 21
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Generoso Provedor
Gênesis
1:29, 30 mostra
que, quando Deus criou os seres viventes, também providenciou
alimento para eles. Ervas, frutas e sementes foram os alimentos
escolhidos tanto para os seres humanos quanto para os animais. Nada é
dito sobre violência contra outros seres viventes ou competição
por recursos. O generoso Provedor criou muita comida para que todos
pudessem participar sem necessidade de violência.
E
disse Deus ainda: Eis que vos tenho dado todas as ervas que dão
semente e se acham na superfície de toda a terra e todas as árvores
em que há fruto que dê semente; isso vos será para mantimento. E a
todos os animais da terra, e a todas as aves dos céus, e a todos os
répteis da terra, em que há fôlego de vida, toda erva verde lhes
será para mantimento. E assim se fez. (Gênesis 1:29-30)
Há um contraste muito grande em relação aos modelos comuns para a existência, propostos pela teoria evolucionista, segundo a qual a vida humana, de fato toda vida, existe unicamente através de um violento processo de predação e sobrevivência do mais apto. Os primeiros capítulos de Gênesis não reconhecem nada disso. Ao contrário, eles revelam um mundo que era, literalmente, um paraíso desde o princípio. Por isso, quando o Senhor acabou de criá-lo, a Bíblia registra as seguintes palavras: “Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. Houve tarde e manhã, o sexto dia” (Gn 1:31).
Viu
Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. Houve tarde e
manhã, o sexto dia. (Gênesis 1:31)
E
plantou o SENHOR Deus um jardim no Éden, na direção do Oriente, e
pôs nele o homem que havia formado. Do solo fez o SENHOR Deus brotar
toda sorte de árvores agradáveis à vista e boas para alimento; e
também a árvore da vida no meio do jardim e a árvore do
conhecimento do bem e do mal. (Gênesis 2:8-9)
Já
observamos que Deus havia providenciado alimento para todas as Suas
criaturas, incluindo os seres humanos. Então, vemos Deus indo um
passo adiante. Ele não somente proveu generosamente alimento por
toda a Terra, mas preparou um jardim especial para Adão e Eva, com
árvores agradáveis aos olhos e boas para a alimentação (Gn
2:9).
O jardim, com sua beleza e variedade de alimentos, foi uma provisão
do extraordinário amor e graça de Deus. Um dom da graça porque
Adão e Eva não haviam feito nada para merecer, mas o Senhor lhes
ofereceu gratuitamente e o preencheu generosamente.
Conforme demonstrado em lição anterior, estamos muito longe da criação original. Nosso mundo está muito danificado. Parece que nada na Terra foi poupado. No entanto, mesmo em meio ao dano, existe uma poderosa evidência do amor de Deus.
“A natureza é um poder, mas o Deus da natureza é um poder ilimitado. Suas obras representam Seu caráter. Os que O julgam a partir de Suas obras, e não a partir das suposições dos grandes homens, verão Sua presença em tudo” (Ellen G. White, The Signs of the Times [Sinais dos Tempos], 13 de março de 1884).
Ao
observar a natureza, você consegue perceber “Sua presença em
tudo”?
Ano
Bíblico: Nm 22–24
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Mal natural
Uma
das grandes questões com as quais os crentes em um Deus amoroso têm
que lidar é a questão do mal, não apenas a maldade humana, mas o
que é chamado “mal natural”. Isto é, quando coisas ruins
acontecem na natureza (inundações, furacões, secas, terremotos,
etc.), que causam tanta dor e sofrimento, não apenas para os seres
humanos, mas também para os animais.
Como
devemos entender essas coisas? Afinal, se Deus está no controle da
criação, por que essas coisas acontecem? Um dos mais antigos livros
da Bíblia é o de Jó, no qual essas questões (e outras) se
tornaram dolorosamente reais para ele.
Então,
respondeu Jó ao SENHOR: Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus
planos pode ser frustrado. Quem é aquele, como disseste, que sem
conhecimento encobre o conselho? Na verdade, falei do que não
entendia; coisas maravilhosas demais para mim, coisas que eu não
conhecia. Escuta-me, pois, havias dito, e eu falarei; eu te
perguntarei, e tu me ensinarás. Eu te conhecia só de ouvir, mas
agora os meus olhos te vêem. Por isso, me abomino e me arrependo no
pó e na cinza. Tendo o SENHOR falado estas palavras a Jó, o SENHOR
disse também a Elifaz, o temanita: A minha ira se acendeu contra ti
e contra os teus dois amigos; porque não dissestes de mim o que era
reto, como o meu servo Jó. Tomai, pois, sete novilhos e sete
carneiros, e ide ao meu servo Jó, e oferecei holocaustos por vós. O
meu servo Jó orará por vós; porque dele aceitarei a intercessão,
para que eu não vos trate segundo a vossa loucura; porque vós não
dissestes de mim o que era reto, como o meu servo Jó. Então, foram
Elifaz, o temanita, e Bildade, o suíta, e Zofar, o naamatita, e
fizeram como o SENHOR lhes ordenara; e o SENHOR aceitou a oração de
Jó. Mudou o SENHOR a sorte de Jó, quando este orava pelos seus
amigos; e o SENHOR deu-lhe o dobro de tudo o que antes possuíra.
Então, vieram a ele todos os seus irmãos, e todas as suas irmãs, e
todos quantos dantes o conheceram, e comeram com ele em sua casa, e
se condoeram dele, e o consolaram de todo o mal que o SENHOR lhe
havia enviado; cada um lhe deu dinheiro e um anel de ouro. Assim,
abençoou o SENHOR o último estado de Jó mais do que o primeiro;
porque veio a ter catorze mil ovelhas, seis mil camelos, mil juntas
de bois e mil jumentas. Também teve outros sete filhos e três
filhas. Chamou o nome da primeira Jemima, o da outra, Quezia, e o da
terceira, Quéren-Hapuque. Em toda aquela terra não se acharam
mulheres tão formosas como as filhas de Jó; e seu pai lhes deu
herança entre seus irmãos. Depois disto, viveu Jó cento e quarenta
anos; e viu a seus filhos e aos filhos de seus filhos, até à quarta
geração. Então, morreu Jó, velho e farto de dias. (Jó 42:1-17)
Quem
já leu o livro de Jó talvez obteve mais perguntas do que respostas.
O livro revela verdades importantes sobre o grande conflito (Ap
12:12),
que ajudam a formar um pano de fundo decisivo para começarmos a
entender a existência do mal. O cenário do grande conflito, no
entanto, não explica todos os exemplos do mal. De fato, explicar o
mal, em certo sentido, seria justificá-lo, e nunca poderemos fazer
isso. O grande conflito pode revelar as grandes questões por trás
do mal, mas não diz muita coisa sobre cada exemplo do mal.
Por
isso, festejai, ó céus, e vós, os que neles habitais. Ai da terra
e do mar, pois o diabo desceu até vós, cheio de grande cólera,
sabendo que pouco tempo lhe resta. (Apocalipse 12:12)
Jó não entendia, e nós também não entendemos quando nos deparamos com perdas tão catastróficas. Embora Deus tivesse falado com Jó, Ele não respondeu às perguntas do patriarca, nem explicou a causa do que acontecia. Ele simplesmente lembrou a Jó que havia coisas além do seu conhecimento e que ele precisava confiar em Deus, o que Jó fez. Nossa experiência é muitas vezes semelhante. Podemos não receber uma resposta para nossas perguntas. Mas a história de Jó nos dá uma importante compreensão da natureza do mal, e isso nos mostra que Deus não ignora as lutas que enfrentamos.
Leia
novamente a citação de Ellen G. White, na lição de sábado. De
que maneira ela nos ajuda a lidar melhor com a questão do mal,
sabendo que o próprio Deus também sofreu muito por causa disso?
Ano
Bíblico: Nm 25–27
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Governando
uma criação danificada
5.
Como Deus age na criação a fim de manter Suas criaturas? O que isso
nos diz sobre Seu interesse no mundo criado? Mt
5:45; Sl
65:9, 10
para
que vos torneis filhos do vosso Pai celeste, porque ele faz nascer o
seu sol sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos.
(Mateus 5:45)
Tu
visitas a terra e a regas; tu a enriqueces copiosamente; os ribeiros
de Deus são abundantes de água; preparas o cereal, porque para isso
a dispões, regando-lhe os sulcos, aplanando-lhe as leivas. Tu a
amoleces com chuviscos e lhe abençoas a produção. (Salmos 65:9-10)
Estamos
familiarizados com o Sol e a chuva, e os cientistas dão explicações
para os processos envolvidos em cada um deles. No entanto, há mais a
respeito da história do que a ciência pode dizer. Nos bastidores,
Deus está ativamente suprindo as necessidades de Suas criaturas.
Podemos não entender Seus caminhos, mas sabemos que Ele está no
controle. Um hábil músico pode tocar um instrumento de maneira a
atrair a atenção das pessoas para a música, e não para o músico.
Do mesmo modo, Deus organiza a criação de maneira que vemos, muitas
vezes, Suas obras e ficamos impressionados com a grandiosidade da
criação. Ao mesmo tempo, podemos não reconhecer que Deus está nos
bastidores, arranjando os eventos de acordo com Sua vontade e
planejando para que todas as coisas finalmente cooperem para o bem
daqueles que O amam (Rm
8:28).
Sabemos
que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus,
daqueles que são chamados segundo o seu propósito.(Romanos 8:28)
Lembrou-se
Deus de Noé e de todos os animais selváticos e de todos os animais
domésticos que com ele estavam na arca; Deus fez soprar um vento
sobre a terra, e baixaram as águas.(Gênesis 8:1)
Estendeu,
pois, Moisés o seu bordão sobre a terra do Egito, e o SENHOR trouxe
sobre a terra um vento oriental todo aquele dia e toda aquela noite;
quando amanheceu, o vento oriental tinha trazido os gafanhotos.
(Êxodo 10:13 RA)
Então,
soprou um vento do SENHOR, e trouxe codornizes do mar, e as espalhou
pelo arraial quase caminho de um dia, ao seu redor, cerca de dois
côvados sobre a terra. (Números 11:31)
O
vento é um fenômeno comum e geralmente entendemos sua causa. Mas
nesses textos, o vento ocorre em circunstâncias especiais.
Poderíamos chamá-los de “ventos providenciais”. Eles ocorrem em
tempos e lugares específicos e realizam propósitos específicos.
Embora possam parecer “naturais”, há um Ser invisível
realizando os propósitos de Sua vontade, usando recursos do mundo
que Ele criou para cumpri-los.
Em 2 Reis 20:9-11, vemos um dos milagres mais inusitados de toda a Bíblia. A relação entre o Sol, a Terra e a duração do dia parece ser uma das características mais estáveis e previsíveis da experiência humana. Imagine a reação da comunidade científica de hoje, se um evento semelhante ocorresse em nossos dias. No entanto, devemos perguntar: “Acaso, para o Senhor há coisa demasiadamente difícil?” (Gn 18:14). O que esse e outros milagres devem nos dizer é que existem muitas coisas sobre a criação, e as ações de Deus em Sua criação, que estão muito além de nosso entendimento. Por isso é tão crucial que cheguemos a um conhecimento pessoal de Deus e conheçamos por nós mesmos a realidade do Seu amor. Dessa forma, aprenderemos a confiar nEle, apesar de tudo o que não entendemos.
Respondeu
Isaías: Ser-te-á isto da parte do SENHOR como sinal de que ele
cumprirá a palavra que disse: Adiantar-se-á a sombra dez graus ou
os retrocederá? Então, disse Ezequias: É fácil que a sombra
adiante dez graus; tal, porém, não aconteça; antes, retroceda dez
graus. Então, o profeta Isaías clamou ao SENHOR; e fez retroceder
dez graus a sombra lançada pelo sol declinante no relógio de Acaz.
(2 Reis 20:9-11)
Ano
Bíblico: Nm 28–30
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Provedor para uma criação danificada
“Observai
as aves do céu: não semeiam, não colhem, nem ajuntam em celeiros;
contudo, vosso Pai celeste as sustenta. Porventura, não valeis vós
muito mais do que as aves?” (Mt 6:26).
Mesmo
depois que Adão e Eva pecaram e já não podiam entrar no jardim,
Deus supriu suas necessidades físicas imediatas (Gn
3:21).
O pecado trouxe uma novidade: a necessidade de vestuário. Adão e
Eva tentaram preparar roupas para si mesmos, mas as roupas de folhas
de figueira foram bastante insatisfatórias. Era necessário algo
melhor, o que Deus proveu na forma de peles (Consideraremos mais
acerca do significado das peles em outra lição). O ponto é que
Deus supriu as necessidades deles, embora tivessem caído no pecado.
Esse é outro exemplo da graça de Deus provendo para nós, apesar de
nossa indignidade.
Fez
o SENHOR Deus vestimenta de peles para Adão e sua mulher e os
vestiu. (Gênesis 3:21)
7.
Que mensagem importante Jesus nos apresenta sobre o cuidado de Deus?
Como devemos entendê-la, em face das provações e tragédias que
afetam de modo tão significativo a vida das pessoas? Mt
6:25-34
Por
isso, vos digo: não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que
haveis de comer ou beber; nem pelo vosso corpo, quanto ao que haveis
de vestir. Não é a vida mais do que o alimento, e o corpo, mais do
que as vestes? Observai as aves do céu: não semeiam, não colhem,
nem ajuntam em celeiros; contudo, vosso Pai celeste as sustenta.
Porventura, não valeis vós muito mais do que as aves? Qual de vós,
por ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado ao curso da sua
vida? E por que andais ansiosos quanto ao vestuário? Considerai como
crescem os lírios do campo: eles não trabalham, nem fiam. Eu,
contudo, vos afirmo que nem Salomão, em toda a sua glória, se
vestiu como qualquer deles. Ora, se Deus veste assim a erva do campo,
que hoje existe e amanhã é lançada no forno, quanto mais a vós
outros, homens de pequena fé? Portanto, não vos inquieteis,
dizendo: Que comeremos? Que beberemos? Ou: Com que nos vestiremos?
Porque os gentios é que procuram todas estas coisas; pois vosso Pai
celeste sabe que necessitais de todas elas; buscai, pois, em primeiro
lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão
acrescentadas. Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã,
pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio
mal. (Mateus 6:25-34)
Essas
são palavras muito confortadoras, e precisamos nos apegar a elas com
todo o coração, alma e mente, especialmente em tempos de grande
sofrimento, perda e necessidade. Jesus morreu por nós, não pelos
lírios ou pássaros. Podemos ter certeza de Seu amor por nós,
independentemente das circunstâncias. No entanto, as circunstâncias
às vezes podem ser bastante assustadoras. Vemos fome, seca,
inundações, epidemias e morte em toda parte, e os cristãos também
não estão imunes a essas tragédias.
Deus não promete a Seu povo uma vida de luxo, livre de sofrimento, mas promete suprir nossas necessidades e nos fortalecer, de modo que possamos enfrentar nossos desafios. Só não podemos esquecer a realidade do grande conflito e o fato de que estamos em um mundo caído.
Leia Mateus
10:28.
Como esse verso, combinado com os versos de hoje, poderia nos ajudar
a lidar melhor com as duras realidades que muitas vezes enfrentamos?
Não
temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes,
aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo.
(Mateus 10:28)
Ano
Bíblico: Nm 31, 32
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Estudo adicional
“Homens de ciência julgam poder compreender a sabedoria de Deus, aquilo que Ele fez ou pode fazer. Prevalece largamente a ideia de que Ele é restrito pelas Suas próprias leis. Os homens ou negam ou ignoram Sua existência, ou julgam explicar tudo, mesmo a atuação de Seu Espírito sobre o coração humano; e não mais reverenciam Seu nome nem temem Seu poder. Não creem no sobrenatural, não compreendem as leis de Deus, nem Seu poder infinito para executar Sua vontade por meio deles. Conforme é usualmente empregada, a expressão “leis da natureza” compreende o que o homem tem podido descobrir com relação às leis que governam o mundo físico. Mas quão limitado é o seu conhecimento, e quão vasto é o campo em que o Criador pode atuar em harmonia com Suas próprias leis e, todavia inteiramente além da compreensão de seres finitos!” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 114).
Perguntas
para reflexão
1.
Leia atentamente a citação acima. O que ela está dizendo? Podemos
ver os cientistas hoje fazendo exatamente o que foi descrito?
2. A ciência de nossos dias é muito melhor do que costumava ser para explicar, através dos meios naturais, por que certas coisas acontecem ou por que deixam de acontecer. O problema não está com os “meios naturais” ou “leis naturais”, mas com a ideia de que esses meios e leis são tudo o que existe, e de que não há forças sobrenaturais por trás deles. O que há de errado com essa suposição? Por que, logicamente, isso não faz sentido? (Reflita: De onde surgiram essas leis?) Por que essa ideia é tão contrária aos ensinamentos mais básicos da Bíblia?
3. Como a imagem da criação comparada a um instrumento musical oferece um quadro mais preciso do relacionamento de Deus com a criação do que a imagem da criação como máquina?
4. Que eventos especiais poderíamos considerar apenas “forças da natureza”? Veja, por exemplo, 1 Reis 19:11, 12.
2. A ciência de nossos dias é muito melhor do que costumava ser para explicar, através dos meios naturais, por que certas coisas acontecem ou por que deixam de acontecer. O problema não está com os “meios naturais” ou “leis naturais”, mas com a ideia de que esses meios e leis são tudo o que existe, e de que não há forças sobrenaturais por trás deles. O que há de errado com essa suposição? Por que, logicamente, isso não faz sentido? (Reflita: De onde surgiram essas leis?) Por que essa ideia é tão contrária aos ensinamentos mais básicos da Bíblia?
3. Como a imagem da criação comparada a um instrumento musical oferece um quadro mais preciso do relacionamento de Deus com a criação do que a imagem da criação como máquina?
4. Que eventos especiais poderíamos considerar apenas “forças da natureza”? Veja, por exemplo, 1 Reis 19:11, 12.
Disse-lhe
Deus: Sai e põe-te neste monte perante o SENHOR. Eis que passava o
SENHOR; e um grande e forte vento fendia os montes e despedaçava as
penhas diante do SENHOR, porém o SENHOR não estava no vento; depois
do vento, um terremoto, mas o SENHOR não estava no terremoto; depois
do terremoto, um fogo, mas o SENHOR não estava no fogo; e, depois do
fogo, um cicio tranqüilo e suave. (1 Reis 19:11-12)
Respostas
sugestivas: 1.
O Senhor sustenta todas as coisas pelo poder de Sua palavra. Ele é
Criador e Mantenedor do Universo. 2. Jesus nos criou e mantém a
nossa vida; nEle vivemos, nos movemos e existimos. 3. Deus colocou no
jardim árvores belas e boas para alimentar Adão e Eva. Estava ali
também a árvore da vida. 4. Deus mostrou Sua onipotência e
onisciência. Ao perceber que o Criador estava perto dele e ao notar
como era o caráter dEle, Jó se arrependeu do que havia dito e
pensado, em razão de sua ignorância. A renovação das bênçãos
sobre a família de Jó respondeu uma parte das perguntas de Jó e
trouxe confiança em relação às perguntas não respondidas. 5.
Deus envia o Sol e a chuva para prover alimento aos habitantes da
Terra. 6. Deus utilizou o vento de modo sobrenatural, em favor de Seu
povo e para mostrar Seu poder. 7. Se Deus alimenta as aves e veste a
erva do campo, devemos confiar na Sua provisão quanto ao alimento,
bebida, vestuário, proteção e vida eterna. Devemos confiar no
Senhor, mesmo nos momentos de aflição.
Resumo da Lição 8 – Jesus, provedor e mantenedor
nestes
últimos dias, nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de
todas as coisas, pelo qual também fez o universo. Ele, que é o
resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser, sustentando
todas as coisas pela palavra do seu poder, depois de ter feito a
purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade, nas
alturas, (Hebreus 1:2-3)
pois,
nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as
visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer
principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para
ele. Ele é antes de todas as coisas. Nele, tudo subsiste.
(Colossenses 1:16-17)
O
aluno deverá...
Saber: Por que a divina manutenção do mundo é importante para a vida espiritual.
Sentir: A importância do poder sustentador de Deus para a vida espiritual.
Fazer: Procurar depender mais completamente do divino poder mantenedor em nossa vida.
Saber: Por que a divina manutenção do mundo é importante para a vida espiritual.
Sentir: A importância do poder sustentador de Deus para a vida espiritual.
Fazer: Procurar depender mais completamente do divino poder mantenedor em nossa vida.
Esboço
I. Saber: Deus mantém o mundo
A. Que tipo de Deus continua a manter o que Ele criou?
B. Como a manutenção contínua de Sua criação revela Seu propósito e vontade?
II. Sentir: Apreciar o divino poder mantenedor
A. O fato de que Deus sustenta Sua criação faz diferença em seu relacionamento com Ele?
B. Compare o planejamento divino com o modelo evolucionista, no qual não há nenhum projeto, mas apenas forças aleatórias atuando. A diferença apresentada por essa comparação aprofunda sua apreciação pelas muitas bênçãos e promessas de Deus, tantas vezes ignoradas?C. Por outro lado, a diferença entre evolução e criação ajuda a aprofundar a sua compaixão e paciência para com aqueles cuja cosmovisão é moldada pela crença no modelo evolutivo?
III. Fazer: Depender do poder mantenedor de Deus
A. Como você pode adequadamente provar a Palavra de Deus e experimentar seu poder de criação?
B. De que forma você pode permitir que o poder criador e mantenedor de Deus renove todas as áreas da sua vida?
Resumo: A visão bíblica da manutenção contínua da criação destaca que Deus tem um propósito e um plano que Ele procura manter. Isso parece incompatível com um modelo evolucionista, no qual não há planejamento e no qual atuam apenas processos aleatórios e não dirigidos. A doutrina da divina manutenção, portanto, requer uma visão específica de Deus, que parece incompatível com panenteísmo e panteísmo, visões que tendem a tornar Deus indigno de confiança ou igualmente vítima das forças naturais maiores do que Ele mesmo. O divino poder mantenedor é o mesmo que o seu poder criativo, e encontramos este poder de sustentação criativo no trabalho tanto na justificação e santificação.
Ciclo
do aprendizado
Motivação
Conceito-chave para o crescimento espiritual: A Bíblia ensina que Deus continuamente sustenta o Universo que Ele criou. A divina obra de manutenção não é compatível com todos os pontos de vista sobre Deus, mas requer perspectivas específicas acerca de quem é Deus.
Só para o professor: Enfatize que o divino poder mantenedor na natureza é o mesmo poder que nos sustenta na vida espiritual.
Um
Deus mantenedor é ativo e está interessado em Sua criação. São
inúmeras as histórias de pessoas que exerceram muita fé e
realizaram grandes coisas com Deus. O missionário George Mueller era
famoso por confiar em Deus para suprir as necessidades de sua obra
missionária. A Bíblia contém histórias semelhantes, desde a
libertação de Israel às numerosas fugas de Davi diante de seus
inimigos e às viagens missionárias de Paulo. Nessas histórias, um
grupo de pessoas assumiu o risco de radicalmente depender do divino
poder criador e mantenedor para realizar proezas que glorificassem a
Deus. Infelizmente, temos a tendência de ter tanto medo da presunção
ou do emocionalismo que tememos o contato com o sobrenatural.
Em nenhum lugar esse medo é mais tragicamente representado do que na história do rei Acaz, durante o cerco do exército sírio contra Judá. Isaías foi enviado a Acaz com uma promessa: “Acautela-te e aquieta-te; não temas, nem se desanime o teu coração por causa destes dois tocos de tições fumegantes [...] Assim diz o Senhor Deus: Isto não subsistirá, nem tampouco acontecerá” (Is 7:4-7). Acaz parecia duvidar da promessa, por isso “continuou o Senhor a falar com Acaz, dizendo: Pede ao Senhor, teu Deus, um sinal, quer seja embaixo, nas profundezas, ou em cima, nas alturas. Acaz, porém, disse: Não o pedirei, nem tentarei ao Senhor" (vs. 10-12). Deus deseja que confiemos em Suas promessas porque Ele ainda está atuando, sustentando o Universo e tudo o que está nele.
Pergunta de abertura: A maioria de nós odeia depender dos outros. Por que achamos isso tão desagradável, e como essa atitude pode afetar a nossa capacidade de confiar em Deus?
Compreensão
Só para o professor: O fato de que Deus é um ativo mantenedor só é compatível com certos pontos de vista sobre Deus. O poder mantenedor é igual ao poder criador. Assim, o Novo Testamento atribui a Cristo tanto o poder de criar quanto de manter a criação.
Comentário Bíblico
Vários
pontos importantes das lições anteriores são reforçados pelo
conceito da atividade contínua de Deus na manutenção do Universo.
Primeiro, uma manutenção ativa parece contrária aos processos não
dirigidos da seleção natural e da evolução, que são desprovidos
de planejamento e propósito. Os cristãos que tentam unir a criação
com a evolução procuram misturar visões contraditórias de como
Deus age e Se relaciona com o mundo.
Em segundo lugar, alguns teólogos que estão atualmente tentando misturar a evolução com a teologia cristã promovem uma visão panenteísta de Deus. O panenteísmo afirma que todo o Universo material está em Deus, como parte de Seu ser. O Universo parece ser o corpo de Deus. Essa visão cria um problema interessante, também compartilhado pelo panteísmo (tudo é Deus). Em ambos os pontos de vista, há uma significativa falta de distinção entre criatura e Criador, pois todos participam do Ser divino. Se os processos aleatórios da evolução são parte do Ser divino, então, ou Deus é instável, variável e, possivelmente, caprichoso, causando terremotos, tornados e calamidades, ou Deus Se torna diminuído em poder, assumindo também o papel de vítima, junto com a criação. Esses teólogos evolucionistas tendem a promover a última alternativa, argumentando que Deus Se esconde na natureza para que o mundo possa ser verdadeiramente livre para participar de sua própria criação. Em vez de manter o mundo de acordo com um projeto previamente estabelecido, Deus humildemente Se submete ao mesmo sofrimento e dor que enfrentamos, sendo igualmente uma vítima do mal natural. Devemos encontrar conforto, não em que Deus possa intervir, mas em que a nossa dor e sofrimento estão eternamente gravadas no Ser divino e, portanto, jamais serão esquecidas. Alguns chegam ao ponto de afirmar que Deus está evoluindo com o Universo que é parte dEle.
A doutrina da proveniência (origem) divina está em forte contraste com esses pontos de vista. Para ser um mantenedor, não se pode ser igualmente vítima, juntamente com os necessitados. Um navio que está afundando não traria nenhuma ajuda real aos passageiros do Titanic. As vítimas do Titanic precisavam de outro navio, em condições seguras, para salvá-los. O ajudador deve estar suficientemente capacitado para oferecer uma ajuda concreta aos necessitados e, por isso, não pode ser igualmente uma vítima com eles. Assim, um Deus que mantém e provê deve ser separado e "diferente" do que Ele mantém. Ele também deve ter planos e propósitos que deseja apoiar com a Sua manutenção e ser superior em poder e recursos. Esse Deus entrou em nosso sofrimento pela Encarnação, não como uma indefesa vítima igual a nós, mas em um ato de autossacrifício que oferece uma solução para uma rebelião cósmica, a todos os que se dispuserem a renunciar à sua revolta. Assim, Deus não sofreu por causa do sofrimento, mas para alcançar propósitos específicos. Deus sofreu para criar as condições necessárias para salvar e libertar, e não apenas para ter empatia.
Finalmente, a doutrina da divina manutenção nos leva à correspondente doutrina da nossa total dependência de alguém maior e melhor do que nós mesmos. A confiante dependência de Deus é um elemento vital da justificação pela fé. Dependemos de Deus pela fé, no sentido de que Ele não apenas nos perdoe os pecados, mas também nos dê o poder para andar nos caminhos da justiça. A justificação pela fé depende da divina palavra criadora, da promessa, apesar do que se percebe e sente. Isso capacita o crente a fazer escolhas com base na confiante fé em que Deus cumprirá Sua promessa e o manterá em uma caminhada bem-sucedida de crescimento e desenvolvimento morais. Assim como o mundo depende de seu Criador, não apenas para sua origem, mas também para contínua manutenção, também o crente vive em um estado de dependência de Deus, não somente para a justificação, mas também para implementar um estilo de vida cristão.
Pense nisto: Os escritores do Novo Testamento atribuem a Cristo tanto a criação quanto a manutenção (por exemplo, At 17:28; Cl 1:16, 17; Hb 1:3). Para eles, quem é Cristo?
Aplicação
Só para o professor: Saber que Deus está continuamente mantendo o mundo deve nos lembrar de nossa total dependência de Deus e Suas promessas.
Perguntas
para testemunho:
1.
Quando você acha fácil depender das promessas de Deus, e por quê?
Quando você acha isso difícil, e por quê?
2. O que pode ajudá-lo a estar mais disposto a depender da Palavra de Deus e de Suas promessas?
3. As histórias bíblicas sobre Deus amparando outras pessoas podem nos ajudar a desenvolver confiança em Deus?
4. O testemunho de pessoas em quem você confia pode ajudá-lo a se tornar mais disposto a exercer fé nas promessas de Deus?Criatividade
Só para o professor: Apocalipse 12:11 diz: "Eles, pois, o venceram por causa do sangue do Cordeiro e por causa da palavra do testemunho que deram”. Lembre aos seus alunos de que testemunhar sobre a divina atividade mantenedora em sua vida pode incentivar outras pessoas a confiar nesse poder mantenedor e nas Suas promessas.
2. O que pode ajudá-lo a estar mais disposto a depender da Palavra de Deus e de Suas promessas?
3. As histórias bíblicas sobre Deus amparando outras pessoas podem nos ajudar a desenvolver confiança em Deus?
4. O testemunho de pessoas em quem você confia pode ajudá-lo a se tornar mais disposto a exercer fé nas promessas de Deus?Criatividade
Só para o professor: Apocalipse 12:11 diz: "Eles, pois, o venceram por causa do sangue do Cordeiro e por causa da palavra do testemunho que deram”. Lembre aos seus alunos de que testemunhar sobre a divina atividade mantenedora em sua vida pode incentivar outras pessoas a confiar nesse poder mantenedor e nas Suas promessas.
Atividade
para discussão: Você
teve experiências que podem incentivar outras pessoas a confiar na
Palavra de Deus e em Suas promessas?
Jesus, provedor e mantenedor_Resumo_Liç_812013
Jesus,
provedor e mantenedor
|
16
a 23 de fevereiro
|
VERSO
PARA MEMORIZAR: “O
meu Deus, segundo a Sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo
Jesus, cada uma de vossas necessidades” (Fp
4:19).
Toda
promessa na Palavra de Deus nos fornece assunto de oração,
apresentando a empenhada palavra de Jeová como nossa garantia.
Seja qual for a bênção espiritual de que
necessitemos, cabe-nos o privilégio de reclamá-la por meio de
Jesus. Podemos dizer ao Senhor, com a singeleza de uma
criança, justamente o que necessitamos. Podemos declarar-Lhe nossos
negócios temporais, pedindo-Lhe pão e roupa da mesma maneira que o
pão da vida e o vestido da justiça de Cristo. Vosso
Pai celeste sabe que tendes necessidade de todas estas coisas, e sois
convidados a pedir-Lhas. É mediante o nome de Jesus que se recebe
todo favor. Deus honrará esse nome, e suprirá vossas necessidades
dos tesouros de Sua liberalidade.
Não
esqueçais, porém, que, ao vos chegardes a Deus como vosso Pai,
reconheceis vossa relação de filho. Não somente confiais em Sua
bondade, mas em tudo vos submeteis ao Seu querer, sabendo que Seu
amor é imutável. Entregai-vos
para fazer-Lhe o serviço. Foi àqueles a quem Jesus mandou que
buscassem primeiro o reino de Deus e Sua justiça, que Ele deu a
promessa: "Pedi
e recebereis." João 16:24. O Maior
Discurso de Cristo, págs. 133.
Objetivo:
Observar que Deus
mantém o mundo, e reconhecer esse poder mantenedor em nossa vida, e
ser Dele dependente através da obediência.
Domingo - O Mantenedor
Ele,
que é o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser,
sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder,
depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se à
direita da Majestade, nas alturas, (Hebreus 1:3)
pois,
nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as
visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer
principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para
ele. Ele é antes de todas as coisas. Nele, tudo subsiste.
(Colossenses 1:16-17)
O
Senhor Jesus sustenta todas a criação pelo poder de Sua palavra,
Nele, tudo subsiste. Ele é Criador e
O
Mantenedor do
Universo. Gn 1:1-3; Sl 33:6; João 1:1-3; Ef 3:8-9; Cl 1:15-17; Hb
1:1-3. Veja o Paralelo com “No
princípio”
e o
“Verbo”
de
Gên.
1:1; Jo. 1-3 e I jo. 1:1-4; A
“palavra”
que
tudo criou do nada (Bara) era cristo.
Cristo,
o Verbo, o Unigênito de Deus, era um com o eterno Pai - um em
natureza, caráter, propósito - o único ser que poderia penetrar em
todos os conselhos e propósitos de Deus. "O
Seu nome será Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da
Eternidade, Príncipe da Paz." Isa. 9:6. Suas "origens
são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade". Miq.
5:2. E o Filho de Deus declara a respeito de Si mesmo: "O
Senhor Me possuiu no princípio de Seus caminhos e antes de Suas
obras mais antigas. ... Quando compunha os fundamentos da Terra,
então, Eu estava com Ele e era Seu aluno; e era cada dia as Suas
delícias, folgando perante Ele em todo o tempo". Prov. 8:22-30.
O
Pai operou por Seu Filho na criação de todos os seres celestiais.
"NEle foram criadas todas as coisas, ...
sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam
potestades; tudo foi criado por Ele e para Ele." Col. 1:16. Os
anjos são ministros de Deus, radiantes pela luz que sempre flui de
Sua presença, e rápidos no voo para executarem Sua vontade. Mas o
Filho, o Ungido de Deus, "a expressa
imagem de Sua pessoa", o
"resplendor da Sua glória", "sustentando todas as
coisas pela palavra do Seu poder", (Heb. 1:3) tem a
supremacia sobre todos eles. "Um trono de
glória, posto bem alto desde o princípio", (Jer. 17:12)
foi o lugar de Seu santuário; "cetro de
equidade é o cetro do Teu reino." Heb 1:8.
Patriarcas e Profetas, págs. 34.
“O
apóstolo Paulo, escrevendo pelo Espírito Santo, declarou acerca de
Cristo: ‘Tudo foi criado por Ele e para Ele.
E Ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por
Ele’ (Cl 1:16, 17, RC). A mão
que sustém os mundos no espaço, a mão que conserva em seu ordenado
arranjo e incansável atividade todas as coisas através do Universo
de Deus, é a que na cruz foi pregada por nós”.
Educação, p. 132.
todavia,
para nós há um só Deus, o Pai, de quem são todas as coisas e para
quem existimos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são
todas as coisas, e nós também, por ele. (1 Coríntios 8:6)
pois
nele vivemos, e nos movemos, e existimos, como alguns dos
vossos poetas têm dito: Porque dele também somos geração.
(Atos 17:28)
Em
Jesus são todas as coisas, e nós também, por ele, nos criou e
mantém a nossa vida; nEle vivemos, nos movemos e existimos, somos
sua geração. Cl
1:15-17; Hb 1:1-3; 1 Jo. 3:1-3. “Nele
estava a vida, e a vida era a luz dos homens” Jo. 1:4.
Não
se deve supor que haja uma lei posta em movimento para que a semente
se ative a si mesma; que a folha apareça por dever assim fazer de si
própria. Deus possui leis por Ele instituídas, mas elas são apenas
servas mediante as quais produz Ele os resultados. É
por meio da atenção imediata de Deus que cada pequenina semente
irrompe da terra e salta para a vida. Cada folha cresce, viceja cada
flor, pelo poder de Deus.
O
organismo físico do homem acha-se sob a supervisão de Deus, mas não
é como um relógio, que é posto em movimento e deve continuar por
si mesmo. O coração bate, pulsação sucede a pulsação, uma
respiração segue a outra, mas o ser todo se acha sob a supervisão
de Deus. "Vós sois lavoura de Deus
e edifício de Deus." I Cor. 3:9. Em Deus vivemos, e nos
movemos e existimos. Cada batida do coração,
cada respiração, é a inspiração dAquele que soprou nas narinas
de Adão o fôlego de vida - a inspiração do Deus sempre presente,
o grande EU SOU. Review and Herald,
8 de novembro de 1898.
Segunda - Generoso Provedor
E
disse Deus ainda: Eis que vos tenho dado todas as ervas que dão
semente e se acham na superfície de toda a terra e todas as árvores
em que há fruto que dê semente; isso vos será para mantimento.
E a todos os animais da terra, e a todas as aves dos céus, e a todos
os répteis da terra, em que há fôlego de vida, toda erva
verde lhes será para mantimento. E assim se fez.
(Gênesis 1:29-30)
E
plantou o SENHOR Deus um jardim no Éden, na direção do
Oriente, e pôs nele o homem que havia formado. Do solo fez o
SENHOR Deus brotar toda sorte de árvores agradáveis à vista e boas
para alimento; e também a árvore da vida no
meio do jardim e a árvore do conhecimento do bem e do mal.
(Gênesis 2:8-9)
Deus
criou um jardim e colocou aos cuidados de Adão e Eva, promoveu a
alimentação e a vida, “fez
o SENHOR Deus brotar toda sorte de árvores agradáveis à vista e
boas para alimento; e também a árvore da vida”
e “no
meio do jardim e a árvore do conhecimento do bem e do mal”. Gên.
2:8-9,
está árvore era importante para que o homem tivesse o direito de
escolha, também chamado livre-arbítrio, caso contrário não seria
um ser como “disse
Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança”.
Gên. 1:26.
Aos
cuidados de Adão e Eva foi confiado o jardim, "para
o lavrar e o guardar". Gên. 2:15. Conquanto fossem ricos
em tudo que o Possuidor do Universo pudesse proporcionar, não
deveriam estar ociosos. Foi-lhes designada uma útil ocupação,
como uma bênção, para
fortalecer-lhes o corpo, expandir a mente e desenvolver o caráter.
O livro da natureza, que estendia suas
lições vivas diante deles, ministrava uma fonte inesgotável de
instrução e deleite. Educação,
21.
Embora
todas as coisas que Deus criou fossem belas e perfeitas, e
aparentemente nada faltasse sobre a Terra criada para fazer Adão e
Eva felizes, ainda manifestou Seu grande
amor plantando para eles um jardim especial.
Uma porção de seu tempo devia ser ocupada com
a feliz tarefa de cuidar do jardim, e a outra porção para receber a
visita dos anjos, ouvir suas instruções, e em feliz meditação.
Seu labor não seria cansativo, mas aprazível e revigorante. Este
belo jardim devia ser o seu lar.
Neste
jardim o Senhor colocou árvores de toda variedade para utilidade e
beleza. Havia árvores carregadas
de luxuriantes frutos, de rica fragrância, belos
aos olhos e agradáveis ao paladar, designados por Deus para alimento
do santo par. História da
Redenção, 21.
Terça - Mal natural
Então,
respondeu Jó ao SENHOR: Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus
planos pode ser frustrado. Quem é aquele, como disseste, que sem
conhecimento encobre o conselho? Na verdade, falei do que
não entendia; coisas maravilhosas demais para mim, coisas que eu não
conhecia. Escuta-me, pois, havias dito, e eu falarei; eu
te perguntarei, e tu me ensinarás. Eu te conhecia só de
ouvir, mas agora os meus olhos te vêem. Por isso, me
abomino e me arrependo no pó e na cinza. … (Jó 42:1-17)
No
Cap. 42 Jó compreende a mensagem do Senhor (vs. 1-3); Ele confessa a
onipotência de Deus (v. 2); Ele também percebe que falou em áreas
em que ele não tinha conhecimento ou entendimento das obras de Deus
(v. 3); Jó se arrepende (vs. 4-6); O Senhor sugeriu que Jó tem que
responder-lhe (38:3; 40:7) e agora Jó solicita a oportunidade para
que Deus o ouça (v. 4); Conquanto depois do primeiro discurso Jó
tenha decidido ficar calado, ele agora se adianta expressando
arrependimento por ter questionado Deus (vs. 5-6). Ele desconhecia o
fato de ter sido oprimido pelo inimigo, imaginado que fosse por Deus.
Jó 2:10. Assim pela experiência de Jó aprendemos uma preciosa
revelação sobre o caráter e a atuação do maligno, e que como
Deus nós mantem nos momentos difíceis e nós da à vitória.
Satanás
também opera por meio dos elementos a fim de enceleirar sua messe de
almas desprevenidas. Estudou os segredos dos laboratórios da
Natureza, e emprega todo o seu poder para dirigir os elementos tanto
quanto o permite Deus. Quando lhe foi
permitido afligir a Jó, quão rapidamente rebanhos e gado, servos,
casas, filhos, foram assolados, seguindo-se em um momento uma
desgraça a outra! É Deus
que protege as Suas criaturas, guardando-as do poder do destruidor.
Mas o mundo cristão mostrou desdém pela lei de Jeová; e o Senhor
fará exatamente o que declarou que faria: retirará Suas bênçãos
da Terra, removendo Seu cuidado protetor
dos que se estão revelando contra a Sua lei, e ensinando e forçando
outros a fazerem o mesmo.
Satanás exerce domínio sobre todos os que Deus não guarda
especialmente. Ajudará e fará
prosperar alguns, a fim de favorecer os seus próprios intuitos;
trará calamidade sobre
outros, e levará os homens a crer que é Deus que os aflige.
Ao
mesmo tempo em que aparece aos filhos dos homens como grande médico
que pode curar todas as enfermidades, trará moléstias e desgraças
até que cidades populosas se reduzam a ruína e desolação.
Mesmo agora está ele em atividade.
Nos acidentes e calamidades no mar e em terra, nos grandes incêndios,
nos violentos furacões e terríveis saraivadas, nas tempestades,
inundações, ciclones, ressacas e terremotos, em toda parte e sob
milhares de formas, Satanás está exercendo seu poder.
Destrói
a seara que está a amadurar, e seguem-se fome, angústia.
Comunica ao ar infecção mortal, e milhares perecem pela
pestilência.
Estas
visitações devem tornar-se mais e mais frequentes e desastrosas.
A
destruição será tanto sobre o homem como sobre os animais.
“A
Terra pranteia e se murcha”, “enfraquecem os mais altos do povo.
... Na verdade a Terra está contaminada por causa dos seus
moradores; porquanto transgridem as leis, mudam os estatutos, e
quebram a aliança eterna.” Isaías 24:4, 5. O
Grande Conflito, pág. 589-590.
O
poder e malignidade de Satanás e seu exército deveriam com razão
alarmar-nos, não fosse o caso de podermos encontrar refúgio e
livramento no superior poder de nosso Redentor. ... Os
que seguem a Cristo estão sempre seguros sob Sua proteção.
Anjos magníficos em poder são enviados
do Céu para protegê-los. O
maligno não pode romper a guarda que Deus pôs em redor de Seu povo.
O Grande Conflito, pág. 517.
Não
podemos senão esperar novas perplexidades na luta que está para
vir, mas podemos fixar a vista no passado, da mesma maneira que no
futuro, e dizer: "Até aqui nos ajudou o
Senhor." I Sam. 7:12. "E a tua força será como os teus
dias." Deut. 33:25. As
provações não excederão às forças que nos serão dadas para as
suportar. Empreendamos,
pois, nossa tarefa onde quer que a encontremos, crendo que, seja o
que for que sobrevier, ser-nos-á concedida a força proporcional à
provação. Caminho a
Cristo, pág. 125.
Quarta - Governando uma criação danificada
5.
Como Deus age na criação a fim de manter Suas criaturas? O que isso
nos diz sobre Seu interesse no mundo criado? Mt
5:45; Sl
65:9, 10
para
que vos torneis filhos do vosso Pai celeste, porque ele faz
nascer o seu sol sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e
injustos. (Mateus 5:45)
Tu
visitas a terra e a regas; tu a enriqueces copiosamente; os ribeiros
de Deus são abundantes de água; preparas o cereal, porque para isso
a dispões, regando-lhe os sulcos, aplanando-lhe as leivas. Tu a
amoleces com chuviscos e lhe abençoas a produção. (Salmos 65:9-10)
Deus
faz nascer o seu sol sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e
injustos para prover de alimento a sua criação. Mat. 5:45.
Fazendo chover, Deus mostra o seu cuidado pela terra e a torna boa e rica. Com as chuvas do céu enche de água os rios, e assim a terra produz alimentos, pois para isso ele a preparou. Rega com muitas chuvas as terras aradas, e elas ficam amolecidas pela água. Com as chuvas, amacias bem as terras, e por isso crescem as plantações. Como é grande a colheita que vem da tua bondade! Por onde passas, há fartura. Os pastos estão cobertos de rebanhos, e os montes se enchem de alegria. Os campos estão cobertos de carneiros, e os vales estão cheios de trigo. Tudo grita e canta de alegria. Sal. 65:9-13.
O
Senhor nos dá comida e bebida, para que sejam supridas as
necessidades do corpo. Deu Ele à terra diferentes propriedades,
adaptadas à produção de mantimento para Seus filhos. Dá Ele a luz
do Sol e os aguaceiros, a chuva temporã e a serôdia. Forma as
nuvens e envia o orvalho. Tudo são dons Seus. Tem-nos concedido
liberalmente as Suas bênçãos. …
Deus
concedeu ao homem terra para ser cultivada. Mas para que possa ser
colhida a seara, tem de haver ação harmônica entre os instrumentos
divinos e os humanos. O arado e outros implementos de trabalho têm
de ser usados no tempo devido. A semente tem de ser lançada em sua
estação própria. O homem não deve faltar em sua parte. Se é
descuidado e negligente, sua infidelidade testifica contra ele. A
colheita será proporcional à energia que ele despendeu.
Assim
se dá nas coisas espirituais. ... Tem de haver
parceria, relação divina entre o Filho de Deus e o pecador
arrependido. Somos feitos filhos e filhas de Deus. "A
todos quantos O receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de
Deus." João 1:12. Cristo provê a misericórdia e a
graça tão abundantemente dadas a todos os que nEle crêem. Cumpre
Ele as condições das quais depende a salvação. Mas
temos de fazer nossa parte, aceitando a bênção com fé. Deus
realiza, e realiza o homem. A resistência à tentação tem de vir
do homem, que tem de derivar de Deus o poder. Assim ele se torna um
parceiro de Cristo. Signs of the Times,
27 de fevereiro de 1901.
Lembrou-se
Deus de Noé e de todos os animais selváticos e de todos os animais
domésticos que com ele estavam na arca; Deus fez soprar um
vento sobre a terra, e baixaram as águas.(Gên. 8:1)
"Então
Moisés estendeu a sua mão sobre o mar, e o Senhor fez retirar
o mar por um forte vento oriental toda aquela noite; e o mar
tornou-se em seco, e as águas foram partidas. E os filhos de
Israel entraram pelo meio do mar em seco: e as águas foram-lhes como
muro à sua direita e à sua esquerda." Êxo. 14:21 e 22.
Estendeu,
pois, Moisés o seu bordão sobre a terra do Egito, e o SENHOR trouxe
sobre a terra um vento oriental todo aquele dia e toda aquela
noite; quando amanheceu, o vento oriental tinha trazido os
gafanhotos. (Êxo. 10:13 RA)
Então,
soprou um vento do SENHOR, e trouxe codornizes do mar,
e as espalhou pelo arraial quase caminho de um dia, ao seu redor,
cerca de dois côvados sobre a terra. (Núm. 11:31)
Deus
de forma sobrenatural, usou nestes textos o vento, como instrumento
para a realização de sua vontade.
Deus
é o superintendente, assim como Criador, de todas as coisas. O Ser
Divino empenha-Se em manter as coisas por Ele criadas. A própria mão
que sustenta as montanhas e as mantém em posição, guia os mundos
em sua misteriosa marcha em volta do Sol.
Dificilmente
se encontra uma operação da natureza à qual a Palavra de Deus não
faça referência. A Palavra declara que
Deus "faz que o Seu Sol se
levante", e que a chuva caia. Mat. 5:45. Ele
"faz brotar nos montes a erva".
Ele "dá a
neve como lã, esparge a geada como cinza. ... Manda a Sua palavra, e
os faz derreter; faz soprar o vento, e correm as águas". Sal.
147:8, 16-18. "Faz subir os vapores das extremidades da Terra;
faz os relâmpagos para a chuva; tira
os ventos dos seus tesouros."
Sal. 135:7.
Estas
palavras da Santa Escritura nada dizem de leis da natureza
independentes. Deus fornece a matéria e as propriedades com as quais
executar Seus planos. Emprega Seus instrumentos para que a
vegetação cresça. Manda o orvalho e a chuva e o sol, para que a
relva germine e estenda sobre a terra seu tapete verde; para que os
arbustos e as árvores frutíferas desabrochem os botões e produzam.
Não se pode supor que seja posta em ação uma
lei para que a semente opere por si mesma, e a folha apareça porque
isso tenha que fazer por si mesma. Deus instituiu leis, mas estas são
apenas servos pelos quais Ele efetua resultados. É
pela imediata atuação de Deus que cada pequenina semente irrompe
através da terra e surge para a vida. Cada folha cresce, cada flor
desabrocha, pelo poder de Deus. Mensagens
Escolhidas, Vol. 1 p. 294.
Quinta - Provedor para uma criação danificada
“Observai
as aves do céu: não semeiam, não colhem, nem ajuntam em celeiros;
contudo, vosso Pai celeste as sustenta. Porventura, não valeis vós
muito mais do que as aves?” (Mt 6:26).
7.
Que mensagem importante Jesus nos apresenta sobre o cuidado de Deus?
Como devemos entendê-la, em face das provações e tragédias que
afetam de modo tão significativo a vida das pessoas? Mt
6:25-34
Por
isso, vos digo: não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que
haveis de comer ou beber; nem pelo vosso corpo, quanto ao que haveis
de vestir. Não é a vida mais do que o alimento, e o corpo, mais do
que as vestes? Observai as aves do céu: não semeiam, não
colhem, nem ajuntam em celeiros; contudo, vosso Pai celeste as
sustenta. Porventura, não valeis vós muito mais do que as
aves? Qual de vós, por ansioso que esteja, pode acrescentar um
côvado ao curso da sua vida? E por que andais ansiosos quanto ao
vestuário? Considerai como crescem os lírios do campo: eles não
trabalham, nem fiam. Eu, contudo, vos afirmo que nem Salomão, em
toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles. Ora, se Deus veste
assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no
forno, quanto mais a vós outros, homens de pequena fé?
Portanto, não vos inquieteis, dizendo: Que comeremos? Que beberemos?
Ou: Com que nos vestiremos? Porque os gentios é que procuram todas
estas coisas; pois vosso Pai celeste sabe que necessitais de
todas elas; buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua
justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.
Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã
trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal. (Mateus
6:25-34)
Cristo
Ensina para que não nós preocupemos com a comida e com a bebida que
precisamos para viver nem com a roupa que precisamos para se vestir.
Diz Ele: Afinal, será que a vida não é mais importante do que a
comida? E será que o corpo não é mais importante do que as roupas?
Vejam
os passarinhos que voam pelo céu: eles não semeiam, não colhem,
nem guardam comida em depósitos. No entanto, o Pai de vocês, que
está no céu, dá de comer a eles. Será que vocês não valem muito
mais do que os passarinhos?
Portanto,
não fiquem preocupados, perguntando: “Onde é que vamos arranjar
comida? ” ou “Onde é que vamos arranjar bebida? ” ou “Onde é
que vamos arranjar roupas? ”
Pois
os pagãos é que estão sempre procurando essas coisas.
O
Pai de vocês, que está no céu, sabe que vocês precisam de tudo
isso.
Portanto,
ponham em primeiro lugar na sua vida o Reino de Deus e aquilo que
Deus quer, e ele lhes dará todas essas coisas.
Por
isso, não fiquem preocupados com o dia de amanhã, pois o dia de
amanhã trará as suas próprias preocupações. Para cada dia bastam
as suas próprias dificuldades. Mateus
6:25-34.
Cristo
ensinou a Seus discípulos que a medida da atenção divina concedida
a qualquer das obras de Deus é proporcional à posição que esse
objeto ocupa na escala da criação. O pequeno pardal,
aparentemente o mais inferior dos pássaros, é vigiado pela
Providência. Nenhum cai ao solo sem ser notado por nosso Pai
celestial. As flores do campo, a grama que reveste a terra com verdor
- todos compartilham da atenção e cuidado de nosso Pai celestial.
"Observai
as aves do céu", disse Cristo: "não
semeiam, não colhem, nem ajuntam em celeiros; contudo, vosso Pai
celeste as sustenta. Porventura, não valeis vós muito mais do que
as aves? Qual de vós, por ansioso que esteja, pode acrescentar um
côvado ao curso da sua vida? E por que andais ansiosos quanto ao
vestuário? Considerai como crescem os lírios do campo: eles não
trabalham, nem fiam. Eu, contudo, vos afirmo que nem Salomão, em
toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles." Mat.
6:26-29.
Se
os lírios do campo são objetos aos quais o grande Artista Mestre
tem dedicado atenção, fazendo-os tão belos que superam a glória
de Salomão, o maior rei que já portou um cetro; se a erva do campo
forma um belo tapete sobre a terra, podemos formar qualquer ideia do
cuidado que Deus tem pelo homem que foi moldado à Sua imagem?
Deus
deu ao homem intelecto a fim de que ele possa compreender coisas
maiores do que esses belos objetos na natureza. Ele
transporta o instrumento humano a um mais elevado compartimento da
verdade, elevando a mente para mais alto, e ainda mais alto, e
abrindo-lhe a mente divina. E no
livro da providência divina, o volume da vida, cada um tem uma
página. Essa página contém cada detalhe de sua história. Até os
cabelos de sua cabeça são contados. Os filhos de Deus nunca estão
ausentes de Sua mente.
E
embora o pecado tenha existido por séculos, buscando contrariar a
misericordiosa corrente de amor que flui de Deus para a raça humana,
ainda o amor e cuidado que Deus concede aos seres que criou à Sua
própria imagem não deixou de aumentar em riqueza e abundância.
"Deus amou ao mundo de tal maneira que deu
o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça,
mas tenha a vida eterna." João 3:16. Ele coroou Sua
benevolência com o inestimável dom de Jesus. … Por
assim lançar todo o tesouro do Céu neste mundo, por dar-nos em
Cristo todo o próprio Céu, Deus adquiriu a afeição e habilidade
humanas. Carta 4, 1896.
Cristo
dirige aí a mente à contemplação dos campos abertos da Natureza,
e Seu poder toca os olhos e os sentidos para que discirnam as
maravilhosas obras do poder divino. Primeiro
Ele chama a atenção para a Natureza, e, então, por meio desta para
o Deus da Natureza, que sustém os mundos pelo Seu poder.
Ele aponta para o botão que se abre. ... Cuida de pequenos pássaros.
Nenhum pardal cai no chão sem que isso seja notado por vosso Pai
celestial. …
Cristo
representa a atenção divina dispensada a [vários elementos de] Sua
criação que parecem tão insignificantes, e aos objetos da Natureza
que Suas próprias mãos criaram. Toda
árvore altaneira, todo arbusto, toda flor vicejante, o lírio do
campo e a Terra revestida de sua roupagem verde são mantidos em
ordem e ocupam o tempo e a oportunidade para dar testemunho de que
Deus ama o homem. Manuscrito 73, 1893.
Sexta - Estudo adicional
Conclusão:
Em “Jesus,
provedor e mantenedor”
aprendi
que …
Domingo
- O
Senhor Jesus sustenta todas a criação pelo poder de Sua palavra,
Nele, tudo subsiste. Ele é Criador e O
Mantenedor
do
Universo. Gn
1:1-3; Sl 33:6; João 1:1-3;
Ef
3:8-9; Cl 1:15-17; Hb 1:1-3. Veja o Paralelo com “No
princípio”
e o “Verbo”
de
Gên.
1:1; Jo. 1-3 e I jo. 1:1-4; A “palavra”
que tudo criou do nada (Bara) era cristo.
“O
apóstolo Paulo, escrevendo pelo Espírito Santo, declarou acerca de
Cristo: ‘Tudo
foi criado por Ele e para Ele. E Ele é antes de todas as coisas, e
todas as coisas subsistem por Ele’ (Cl 1:16, 17, RC).
A
mão que sustém os mundos no espaço, a mão que conserva em seu
ordenado arranjo e incansável atividade todas as coisas através do
Universo de Deus, é a que na cruz foi pregada por nós”.
Educação,
p. 132.
Em
Jesus são todas as coisas, e nós também, por ele, nos criou e
mantém a nossa vida; nEle vivemos, nos movemos e existimos, somos
sua geração. Cl
1:15-17; Hb 1:1-3; 1 Jo. 3:1-3. “Nele
estava a vida, e a vida era a luz dos homens” Jo. 1:4.
Segunda
- Deus
o Generoso
Provedor
criou
um jardim e colocou aos cuidados de Adão e Eva, promoveu a
alimentação e a vida, “fez
o SENHOR Deus brotar toda sorte de árvores agradáveis à vista e
boas para alimento; e também a árvore da vida”
e “no
meio do jardim e a árvore do conhecimento do bem e do mal”. Gên.
2:8-9,
está árvore era importante para que o homem tivesse o direito de
escolha, também chamado livre-arbítrio, caso contrário não seria
um ser como “disse
Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança”.
Gên. 1:26.
Terça
- Mal
natural:
No
Cap. 42 Jó compreende a mensagem do Senhor (vs. 1-3); Ele confessa a
onipotência de Deus (v. 2); Ele também percebe que falou em áreas
em que ele não tinha conhecimento ou entendimento das obras de Deus
(v. 3); Jó se arrepende (vs. 4-6); O Senhor sugeriu que Jó tem que
responder-lhe (38:3; 40:7) e agora Jó solicita a oportunidade para
que Deus o ouça (v. 4); Conquanto depois do primeiro discurso Jó
tenha decidido ficar calado, ele agora se adianta expressando
arrependimento por ter questionado Deus (vs. 5-6). Ele desconhecia o
fato de ter sido oprimido pelo inimigo, imaginado que fosse Deus. Jó
2:10.
O
poder e malignidade de Satanás e seu exército deveriam com razão
alarmar-nos, não fosse o caso de podermos encontrar refúgio e
livramento no superior poder de nosso Redentor. ... Os que seguem a
Cristo estão sempre seguros sob Sua proteção. Anjos magníficos em
poder são enviados do Céu para protegê-los. O maligno não pode
romper a guarda que Deus pôs em redor de Seu povo. O
Grande Conflito, pág. 517.
Quarta - Deus faz nascer o seu sol sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos para prover de alimento a sua criação. Mat. 5:45. Mesmo após o pecado Deus não nós abandonou, continua Governando uma criação danificada.
Fazendo chover, Deus mostra o seu cuidado pela terra e a torna boa e rica. Com as chuvas do céu enche de água os rios, e assim a terra produz alimentos, pois para isso ele a preparou. Rega com muitas chuvas as terras aradas, e elas ficam amolecidas pela água. Com as chuvas, amacias bem as terras, e por isso crescem as plantações. Como é grande a colheita que vem da tua bondade! Por onde passas, há fartura. Os pastos estão cobertos de rebanhos, e os montes se enchem de alegria. Os campos estão cobertos de carneiros, e os vales estão cheios de trigo. Tudo grita e canta de alegria. Sal. 65:9-13.
O
Senhor nos dá comida e bebida, para que sejam supridas as
necessidades do corpo. Deu Ele à terra diferentes propriedades,
adaptadas à produção de mantimento para Seus filhos. Dá Ele a luz
do Sol e os aguaceiros, a chuva temporã e a serôdia. Forma as
nuvens e envia o orvalho. Tudo são dons Seus. Tem-nos concedido
liberalmente as Suas bênçãos. Signs
of the Times, 27 de fevereiro de 1901.
Deus
de forma sobrenatural, usou nestes textos (Gên. 8:1; Êxo. 10:13;
14:21, 22; Núm. 11:31)
o
vento, como instrumento para a realização de sua vontade.
Quinta - Cristo Ensina para que não nós preocupemos com a comida e com a bebida que precisamos para viver, nem com a roupa que precisamos para se vestir, pois o pai é Provedor para uma criação danificada. Portanto, não devemos ficar preocupados, perguntando: “Como vamos conseguir comida?” ou “Onde vamos conseguir o que beber?” ou “Como vamos nós vestir?” Pois os pagãos é que estão sempre procurando essas coisas. O Pai, que está no céu, sabe que precisamos de tudo isso. Portanto, o dever e colocar em primeiro lugar em nossa vida o Reino de Deus e aquilo que Deus quer, e ele dará todas essas coisas. Por isso, não fiquemos preocupados com o dia de amanhã, pois o dia de amanhã trará as suas próprias preocupações. Para cada dia bastam as suas próprias dificuldades. Mateus 6:25-34.
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