9 a 16 de março
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Sábado: feito para o homem
Sábado
à tarde
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Ano
Bíblico: Js 5–8
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VERSO
PARA MEMORIZAR: “O
Filho do Homem até do sábado é Senhor” (Mt 12:8, RC).
No
fim do sexto dia, a criação tinha sido concluída (Gn 2:1, 2). O
mundo havia sido transformado em um lugar habitável e tinha sido
preenchido com criaturas vivas. Adão e Eva foram criados à imagem
de Deus e receberam um bonito e bem suprido jardim para habitar. Eles
formaram o primeiro casamento e estabeleceram o primeiro lar. Deus
estava satisfeito com o que tinha criado. Outra coisa, no entanto,
foi acrescentada a esse paraíso: o sábado (Gn
2:1-3).
“Assim,
pois, foram acabados os céus e a terra e todo o seu exército. E,
havendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra, que fizera,
descansou nesse dia de toda a sua obra que tinha feito. E abençoou
Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a
obra que, como Criador, fizera.” (Gênesis 2:1-3 RA)
Gênesis 2 refuta a noção comum de que o sétimo dia é o “sábado judaico”. Por quê? Porque Deus abençoou “o dia sétimo e o santificou” no Éden, antes da queda e certamente antes que qualquer judeu existisse.
Além
disso, o sábado é um memorial da criação de toda a humanidade
(não apenas dos judeus) e, portanto, toda a humanidade deve
desfrutar as bênçãos desse dia.
Nesta semana, estudaremos o ensinamento bíblico sobre esse outro presente dado no Éden.
Ano
Bíblico: Js 9–13
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A criação e o sábado
Em Êxodo
20:8-11,
o quarto mandamento se refere diretamente à semana da criação.
Isso é importante porque aponta para o Éden e para um mundo sem
pecado, perfeito, que havia acabado de sair das mãos do Criador. “O
sábado não é apresentado como uma nova instituição, mas como
havendo sido estabelecido na criação. Deve ser lembrado e observado
como o memorial da obra do Criador” (Ellen G. White, Patriarcas e
Profetas, p. 307).
“Lembra-te
do dia de sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás e farás
toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR, teu Deus;
não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua
filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o
forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o
SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo
dia, descansou; por isso, o SENHOR abençoou o dia de sábado e o
santificou.” (Êxodo 20:8-11 RA)
1.
Leia Gênesis
2:1-3.
Como o sábado está relacionado com a criação? Como esses versos
ajudam a reforçar a ideia de que Deus, de fato, criou nosso mundo em
seis dias, ao contrário das longas eras sugeridas pela evolução
teísta?
“Assim,
pois, foram acabados os céus e a terra e todo o seu exército. E,
havendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra, que fizera,
descansou nesse dia de toda a sua obra que tinha feito. E abençoou
Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a
obra que, como Criador, fizera.” (Gênesis 2:1-3 RA)
Nesses
três versos, é importante notar que se faz referência ao sétimo
dia cinco vezes: em três delas ele é chamado especificamente o
“sétimo dia”. Em duas vezes o dia é mencionado com os pronomes
“ele” ou “esse”. Nesses versos, não resta nenhuma
ambiguidade sobre o dia nem sobre o assunto específico mencionado,
isto é, os seis dias da criação precederam o sétimo dia.
2.
Leia Hebreus
4:3, 4.
A qual evento o autor de Hebreus aponta em sua explanação sobre o
descanso? Por que isso é importante?
“Nós,
porém, que cremos, entramos no descanso, conforme Deus tem dito:
Assim, jurei na minha ira: Não entrarão no meu descanso. Embora,
certamente, as obras estivessem concluídas desde a fundação do
mundo. Porque, em certo lugar, assim disse, no tocante ao sétimo
dia: E descansou Deus, no sétimo dia, de todas as obras que fizera.”
(Hebreus 4:3-4 RA)
Essa
é uma clara referência do Novo Testamento ao relato da criação em
Gênesis, e provê evidência adicional para a verdade histórica da
criação em seis dias, seguida por um dia de descanso.
Hoje, muitos resistem à ideia de que a criação tenha ocorrido em seis dias. Exigem provas científicas de que o relato é verdadeiro. Mas a própria ciência tem muitas coisas indefinidas, incertezas e pressupostos. Além disso, haveria alguma forma de provar uma criação em seis dias literais?
Deus “não removeu a possibilidade da dúvida. A fé deve repousar sobre a evidência e não sobre a demonstração. Os que desejam duvidar terão oportunidade para isso. Aqueles, porém, que desejarem conhecer a verdade, encontrarão terreno amplo para a fé” (Ellen G. White, Educação, p. 169).
Quais
são as suas razões para a fé? Por que elas superam todas as razões
para a dúvida?
Ano
Bíblico: Js 14–17
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O rico significado do descanso sabático
3.
Leia Deuteronômio
5:12-15.
Em que aspecto a ênfase do mandamento do sábado aqui difere da
ênfase de Êxodo 20:8-11?
“Guarda
o dia de sábado, para o santificar, como te ordenou o SENHOR, teu
Deus. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo
dia é o sábado do SENHOR, teu Deus; não farás nenhum trabalho,
nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua
serva, nem o teu boi, nem o teu jumento, nem animal algum teu, nem o
estrangeiro das tuas portas para dentro, para que o teu servo e a tua
serva descansem como tu; porque te lembrarás que foste servo na
terra do Egito e que o SENHOR, teu Deus, te tirou dali com mão
poderosa e braço estendido; pelo que o SENHOR, teu Deus, te ordenou
que guardasses o dia de sábado.” (Deuteronômio 5:12-15 RA)
Naquela
ocasião, Moisés lembrou aos israelitas que eles deveriam guardar o
sábado porque Deus os tinha livrado do Egito. O texto não diz nada
sobre os seis dias da criação nem sobre o sábado sendo o descanso
de Deus. Em vez disso, a ênfase está na salvação, libertação e
na redenção; nesse caso, redenção do cativeiro egípcio, que é
símbolo da verdadeira redenção que temos em Jesus (1Co
10:1-3).
“Ora,
irmãos, não quero que ignoreis que nossos pais estiveram todos sob
a nuvem, e todos passaram pelo mar, tendo sido todos batizados, assim
na nuvem como no mar, com respeito a Moisés. Todos eles comeram de
um só manjar espiritual” (1 Coríntios 10:1-3 RA)
Em
outras palavras, não há conflito entre os textos, nenhuma
justificativa para tentar usar uma passagem para negar a verdade da
outra. Moisés estava mostrando que as pessoas pertencem ao Senhor,
em primeiro lugar pela criação, e, em seguida, pela redenção.
“Também
lhes dei os meus sábados, para servirem de sinal entre mim e eles,
para que soubessem que eu sou o SENHOR que os santifica.” (Ezequiel
20:12 RA)
“Tu,
pois, falarás aos filhos de Israel e lhes dirás: Certamente,
guardareis os meus sábados; pois é sinal entre mim e vós nas
vossas gerações; para que saibais que eu sou o SENHOR, que vos
santifica.” (Êxodo 31:13 RA)
As
passagens que mencionam a santificação nos lembram de que só Deus
pode nos tornar santos. Somente o Criador pode criar um novo coração
dentro de nós.
Considere três razões para a observância do sábado e como elas estão relacionadas. Primeira: guardamos o sábado em reconhecimento do fato de que Deus criou o mundo em seis dias e descansou no sétimo. Segunda: observamos o sábado porque Deus é Aquele que nos redimiu e nos salvou em Cristo. Terceira: guardamos o sábado porque Ele é o único que nos santifica, o que ocorre apenas pelo poder criador de Deus (Sl 51:10; 2Co 5:17).
“Cria
em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito
inabalável.” (Salmos 51:10 RA)
“E,
assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas
antigas já passaram; eis que se fizeram novas.” (2 Coríntios 5:17
RA)
Portanto, as teorias que negam a criação em seis dias tendem a diminuir a graça de Deus e aumentar o valor de nossos próprios esforços a fim de nos tornarmos bons o suficiente para obter a salvação. A história da criação nos lembra da nossa total dependência da graça e do sacrifício de Cristo em nosso lugar.
Como
o sábado nos ajuda a entender melhor nossa absoluta necessidade da
graça de Deus para tudo na vida? Como esse conhecimento deve
influenciar nossa maneira de viver?
Ano
Bíblico: Js 18–21
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Jesus e o sábado
5.
Leia Marcos
2:27, 28.
Que verdade fundamental sobre o sábado Jesus revelou? Como podemos
aplicar esse princípio à nossa experiência com o sábado?
“E
acrescentou: O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o
homem por causa do sábado;de sorte que o Filho do Homem é senhor
também do sábado.” (Marcos 2:27-28 RA)
Jesus
e Seus discípulos tinham acabado de passar por um campo de cereais.
Os discípulos, com fome, tinham apanhado algumas espigas para comer.
O ato de colher o cereal enquanto a pessoa estivesse passando por um
campo não era problema, visto que as regras da sociedade permitiam
isso. A alimentação é uma necessidade, e era perfeitamente
aceitável que os discípulos saciassem a fome comendo o que
encontrassem enquanto caminhavam. O problema era que os líderes
religiosos consideravam mais importantes do que as necessidades
humanas as regras inventadas por eles mesmos para a observância do
sábado. Esse era um ponto permanente de controvérsia entre Cristo e
os fariseus. A resposta de Jesus indica que as prioridades deles
estavam erradas. O sábado deve ser um dia de bênção para o ser
humano e não ser usado como desculpa para prolongar o sofrimento.
6.
Que outra atividade Jesus fez no sábado, apesar da controvérsia que
isso gerou? Mt
12:9-13; Lc
13:10-17;Jo
5:1-17
“Tendo
Jesus partido dali, entrou na sinagoga deles. Achava-se ali um homem
que tinha uma das mãos ressequida; e eles, então, com o intuito de
acusá-lo, perguntaram a Jesus: É lícito curar no sábado? Ao que
lhes respondeu: Qual dentre vós será o homem que, tendo uma ovelha,
e, num sábado, esta cair numa cova, não fará todo o esforço,
tirando-a dali? Ora, quanto mais vale um homem que uma ovelha? Logo,
é lícito, nos sábados, fazer o bem. Então, disse ao homem:
Estende a mão. Estendeu-a, e ela ficou sã como a outra.” (Mateus
12:9-13 RA)
“Ora,
ensinava Jesus no sábado numa das sinagogas. E veio ali uma mulher
possessa de um espírito de enfermidade, havia já dezoito anos;
andava ela encurvada, sem de modo algum poder endireitar-se. Vendo-a
Jesus, chamou-a e disse-lhe: Mulher, estás livre da tua enfermidade;
e, impondo-lhe as mãos, ela imediatamente se endireitou e dava
glória a Deus. O chefe da sinagoga, indignado de ver que Jesus
curava no sábado, disse à multidão: Seis dias há em que se deve
trabalhar; vinde, pois, nesses dias para serdes curados e não no
sábado. Disse-lhe, porém, o Senhor: Hipócritas, cada um de vós
não desprende da manjedoura, no sábado, o seu boi ou o seu jumento,
para levá-lo a beber? Por que motivo não se devia livrar deste
cativeiro, em dia de sábado, esta filha de Abraão, a quem Satanás
trazia presa há dezoito anos? Tendo ele dito estas palavras, todos
os seus adversários se envergonharam. Entretanto, o povo se alegrava
por todos os gloriosos feitos que Jesus realizava.” (Lucas 13:10-17
RA)
“Passadas
estas coisas, havia uma festa dos judeus, e Jesus subiu para
Jerusalém. Ora, existe ali, junto à Porta das Ovelhas, um tanque,
chamado em hebraico Betesda, o qual tem cinco pavilhões. Nestes,
jazia uma multidão de enfermos, cegos, coxos, paralíticos
[esperando que se movesse a água. Porquanto um anjo descia em certo
tempo, agitando-a; e o primeiro que entrava no tanque, uma vez
agitada a água, sarava de qualquer doença que tivesse]. Estava ali
um homem enfermo havia trinta e oito anos. Jesus, vendo-o deitado e
sabendo que estava assim há muito tempo, perguntou-lhe: Queres ser
curado? Respondeu-lhe o enfermo: Senhor, não tenho ninguém que me
ponha no tanque, quando a água é agitada; pois, enquanto eu vou,
desce outro antes de mim. Então, lhe disse Jesus: Levanta-te, toma o
teu leito e anda. Imediatamente, o homem se viu curado e, tomando o
leito, pôs-se a andar. E aquele dia era sábado. Por isso, disseram
os judeus ao que fora curado: Hoje é sábado, e não te é lícito
carregar o leito. Ao que ele lhes respondeu: O mesmo que me curou me
disse: Toma o teu leito e anda. Perguntaram-lhe eles: Quem é o homem
que te disse: Toma o teu leito e anda? Mas o que fora curado não
sabia quem era; porque Jesus se havia retirado, por haver muita gente
naquele lugar. Mais tarde, Jesus o encontrou no templo e lhe disse:
Olha que já estás curado; não peques mais, para que não te suceda
coisa pior. O homem retirou-se e disse aos judeus que fora Jesus quem
o havia curado. E os judeus perseguiam Jesus, porque fazia estas
coisas no sábado. Mas ele lhes disse: Meu Pai trabalha até agora, e
eu trabalho também.” (João 5:1-17 RA)
A
questão da validade do sábado não surgiu em nenhuma das
controvérsias registradas nos evangelhos sobre esse dia. Ao
contrário, o assunto era como o sétimo dia devia ser guardado e não
se devia ser abolido ou substituído.
O exemplo de Jesus mostra não apenas que o sábado continua sendo algo que deve ser observado, mas também mostra como deve ser observado. E uma coisa que podemos ver claramente a partir de Seu exemplo é que o trabalho feito no sábado para ajudar a abrandar o sofrimento humano não é transgressão do sábado. Ao contrário, o exemplo de Jesus mostra que fazer o bem ao semelhante é exatamente a maneira de guardar o sábado.
De
que maneira sua observância do sábado poderia refletir melhor os
princípios observados no exemplo de Jesus?
Ano
Bíblico: Js 22–24
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O sábado e os últimos dias
7.
Leia 2
Pedro 3:3-7.
Compare a descrição dos escarnecedores dos últimos dias com nossa
sociedade contemporânea. O que os escarnecedores negam e por quê?
“tendo
em conta, antes de tudo, que, nos últimos dias, virão
escarnecedores com os seus escárnios, andando segundo as próprias
paixões e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? Porque, desde
que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o
princípio da criação. Porque, deliberadamente, esquecem que, de
longo tempo, houve céus bem como terra, a qual surgiu da água e
através da água pela palavra de Deus, pela qual veio a perecer o
mundo daquele tempo, afogado em água. Ora, os céus que agora
existem e a terra, pela mesma palavra, têm sido entesourados para
fogo, estando reservados para o Dia do Juízo e destruição dos
homens ímpios.” (2 Pedro 3:3-7 RA)
Os
escarnecedores afirmam que a natureza tem continuado a existir sem
interrupção, uma alegação conhecida entre os cientistas como
“uniformismo”. Isso é equivalente a negar que os milagres
acontecem. Essa afirmação é usada para negar que o Senhor virá
como prometeu.
Observe, porém, como Pedro ligou a negação da segunda vinda de Cristo com a negação dos relatos da criação e do Dilúvio. A rejeição de um leva à rejeição dos outros!
8.
Leia Apocalipse
14:6, 7.
Em meio às dúvidas e objeções dos escarnecedores, que mensagem
será proclamada com poder celestial?
“Vi
outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para
pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo,
e língua, e povo, dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-lhe
glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que
fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.”
(Apocalipse 14:6-7 RA)
Os
escarnecedores estão errados. Vivemos sob o juízo pré-advento e
somos chamados a adorar “Aquele
que fez o céu e a Terra, e o mar”
e tudo o mais. Essa é a linguagem da criação. O texto faz alusão
a Êxodo
20:11 e
aponta a importância da criação e do sábado no fim dos tempos.
Visto que o sábado simboliza a história bíblica da criação e
redenção, a rejeição da história da criação leva à rejeição
do sábado e ao estabelecimento de um substituto de origem humana. O
resultado, indicado em Apocalipse
14:8-10,
é a fornicação espiritual e separação de Deus.
“porque,
em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo o que
neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o SENHOR abençoou
o dia de sábado e o santificou.” (Êxodo 20:11 RA)
“Seguiu-se
outro anjo, o segundo, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia que
tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua
prostituição. Seguiu-se a estes outro anjo, o terceiro, dizendo, em
grande voz: Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua
marca na fronte ou sobre a mão, também esse beberá do vinho da
cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da sua ira, e
será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos anjos e na
presença do Cordeiro.” (Apocalipse 14:8-10 RA)
Deus está chamando pessoas para adorá-Lo como Criador e em nenhum lugar da Bíblia encontramos algo como o sábado, que aponte tão plenamente para Ele como Criador. Não é de admirar que vejamos o sábado, o sinal original de Deus como Criador, como sendo fundamental nos últimos dias.
Como
a rejeição de uma criação em seis dias literais enfraquece a
importância do sábado? Nesse caso, por que deveríamos ser fiéis
quando surgir a perseguição?
Ano
Bíblico: Jz 1–3
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Um
salmo para o sábado
9.
Leia o Salmo
92.
Com base nesse texto, como deve ser a experiência da guarda do
sábado? Por que, ao pensarmos no Senhor, devemos expressar o tipo de
alegria revelada nesse salmo?
“Bom
é render graças ao SENHOR e cantar louvores ao teu nome, ó
Altíssimo, anunciar de manhã a tua misericórdia e, durante as
noites, a tua fidelidade, com instrumentos de dez cordas, com
saltério e com a solenidade da harpa. Pois me alegraste, SENHOR, com
os teus feitos; exultarei nas obras das tuas mãos. Quão grandes,
SENHOR, são as tuas obras! Os teus pensamentos, que profundos! O
inepto não compreende, e o estulto não percebe isto: ainda que os
ímpios brotam como a erva, e florescem todos os que praticam a
iniquidade, nada obstante, serão destruídos para sempre; tu, porém,
SENHOR, és o Altíssimo eternamente. Eis que os teus inimigos,
SENHOR, eis que os teus inimigos perecerão; serão dispersos todos
os que praticam a iniquidade. Porém tu exaltas o meu poder como o do
boi selvagem; derramas sobre mim o óleo fresco. Os meus olhos veem
com alegria os inimigos que me espreitam, e os meus ouvidos se
satisfazem em ouvir dos malfeitores que contra mim se levantam. O
justo florescerá como a palmeira, crescerá como o cedro no Líbano.
Plantados na Casa do SENHOR, florescerão nos átrios do nosso Deus.
Na velhice darão ainda frutos, serão cheios de seiva e de verdor,
para anunciar que o SENHOR é reto. Ele é a minha rocha, e nele não
há injustiça.” (Salmos 92:1-15 RA)
Obviamente,
o salmista conhecia o Senhor, sabia como era Ele, o que tinha feito e
sabia o que o Senhor faria no futuro. Por essas razões ele expressa
sua alegria.
Considere, também, os temas profundos expressos nesse “salmo para o dia de sábado”.
Em primeiro lugar, há louvor e gratidão a Deus por Sua bondade e fidelidade. Além disso, qualquer “salmo para o sábado” incluiria, obviamente, o reconhecimento de Deus como Criador, o que também vemos aqui.
Perceba igualmente aqui o tema do juízo. Na Bíblia, o juízo de Deus não é apenas contra os ímpios, mas também em favor dos justos (Dn 7:20-28). Esses dois aspectos do juízo também são revelados nesse salmo. Mesmo que não vejamos essas promessas cumpridas agora, temos a promessa de que esse juízo ocorrerá no fim dos tempos, quando Deus fará novas todas as coisas (Ap 21:5).
“e
também a respeito dos dez chifres que tinha na cabeça e do outro
que subiu, diante do qual caíram três, daquele chifre que tinha
olhos e uma boca que falava com insolência e parecia mais robusto do
que os seus companheiros. Eu olhava e eis que este chifre fazia
guerra contra os santos e prevalecia contra eles, até que veio o
Ancião de Dias e fez justiça aos santos do Altíssimo; e veio o
tempo em que os santos possuíram o reino. Então, ele disse: O
quarto animal será um quarto reino na terra, o qual será diferente
de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e
a fará em pedaços. Os dez chifres correspondem a dez reis que se
levantarão daquele mesmo reino; e, depois deles, se levantará
outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis.
Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do
Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei; e os santos lhe
serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos e metade de um
tempo. Mas, depois, se assentará o tribunal para lhe tirar o
domínio, para o destruir e o consumir até ao fim. O reino, e o
domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão
dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será reino
eterno, e todos os domínios o servirão e lhe obedecerão. Aqui,
terminou o assunto. Quanto a mim, Daniel, os meus pensamentos muito
me perturbaram, e o meu rosto se empalideceu; mas guardei estas
coisas no coração.” (Daniel 7:20-28 RA)
“E
aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas
as coisas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis
e verdadeiras.” (Apocalipse 21:5 RA)
Se não encontrarmos nada mais nesse salmo, devemos entender que o sábado é um tempo para se deleitar no Senhor, alegrar-se nEle, em tudo que Ele fez e ainda promete fazer por nós. O tom do salmo é de alegria, louvor e felicidade, não por causa de algo que o salmista tivesse feito, mas apenas por causa de tudo que o Senhor havia feito e prometia fazer.
Recebemos um presente muito especial: a sétima parte da nossa vida, separada a cada semana para descansarmos e nos alegrarmos nas obras do Senhor por nós, livres da correria e do estresse da existência terrena.
Como
você pode aprender a se alegrar no sábado? Se você não está
tendo essa experiência, qual é a razão?
Ano
Bíblico: Jz 4, 5
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Estudo adicional
“Deus
criou o homem à Sua própria imagem. Não há aqui mistério. Não
há lugar para a suposição de que o homem evoluiu, por meio de
morosos graus de desenvolvimento, das formas inferiores da vida
animal ou vegetal. Tal ensino rebaixa a grande obra do Criador ao
nível das concepções estreitas e terrenas do homem. Os seres
humanos são tão persistentes em excluir a Deus da soberania do
Universo, que degradam ao homem e o despojam da dignidade de sua
origem. […] A genealogia da humanidade, conforme é dada pela
inspiração, remonta sua origem não a uma linhagem de micróbios,
moluscos e quadrúpedes que se desenvolveram, mas ao grande Criador”.
(Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 45).
Perguntas
para reflexão
1.
Por que a conexão entre o sábado e a criação é tão
significativa nesses últimos dias? Como essa verdade é expressa
em Apocalipse
14:6, 7?
A convicção a respeito da criação divina pode nos ajudar a
observar o sábado com mais firmeza?
“Vi
outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para
pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo,
e língua, e povo, dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-lhe
glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que
fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.”
(Apocalipse 14:6-7 RA)
2.
Quase na mesma época que Charles Darwin começou a promover sua
teoria da evolução, Deus levantou uma igreja que manteve o sábado
como crença distintiva. Mais ainda, Ele levantou essa igreja para
proclamar as três mensagens angélicas de Apocalipse 14, que nos
convidam especificamente a adorar Aquele que criou os céus e a
Terra. O que, então, poderia ser mais trágico, ou mais profundo
afastamento da fé, do que os professos membros da igreja
argumentarem em favor da evolução?
3.
Nos últimos anos, a ciência revelou uma complexidade na vida que
confunde a mente. Sabemos agora que, mesmo a mais “simples”
célula é mais complicada e mais intrincada do que Darwin
provavelmente jamais imaginou.
Considere isto: muitos cientistas acreditam que a vida surgiu por acaso. No entanto, quanto mais complexidade a ciência encontra na vida, menos provável se torna que o acaso possa ter feito isso. Ou seja, quanto mais a ciência revela sobre a complexidade da vida, menos provável se torna a grande teoria da ciência sobre a origem da vida, a evolução ateísta. Comente esse assunto com a classe.
Considere isto: muitos cientistas acreditam que a vida surgiu por acaso. No entanto, quanto mais complexidade a ciência encontra na vida, menos provável se torna que o acaso possa ter feito isso. Ou seja, quanto mais a ciência revela sobre a complexidade da vida, menos provável se torna a grande teoria da ciência sobre a origem da vida, a evolução ateísta. Comente esse assunto com a classe.
Respostas
sugestivas: Respostas
sugestivas: 1. No sábado a criação foi concluída. A obra de Deus
nesse dia foi descansar, abençoar e santificar o tempo semanal de
comunhão entre seres humanos e Deus, para que a humanidade se
lembrasse do Criador. 2. O descanso de Deus no sétimo dia, após a
conclusão das obras da criação do mundo. 3. Deuteronômio destaca
a libertação da escravidão egípcia como razão para a observância
do sábado. Êxodo enfatiza a criação. 4. O sábado é um sinal
entre Deus e o povo que Ele santifica. 5. O sábado foi feito para o
homem. É uma bênção concedida pelo Senhor. 6. Jesus curou o homem
da mão ressequida, curou a mulher encurvada e o paralítico junto ao
tanque de Betesda. 7. Andam segundo as próprias paixões. Por isso,
rejeitam a promessa da segunda vinda de Jesus e duvidam da criação
divina. Não aceitam a verdade porque não querem compromisso com
Deus. 8. O evangelho eterno, que nos convida a temer a Deus e Lhe dar
glória, pois é chegada a hora do Seu juízo, e a adorar o Criador.
9. Uma experiência de alegria e gratidão pelas obras de Deus e de
confiança na proteção do Senhor. Devemos ser alegres por causa da
bondade e justiça de Deus.
Resumo da Lição 11
Sábado: feito para o homem
O
aluno deverá...
Reconhecer: Que o sábado foi dado à humanidade antes da queda como um meio de revigorar o relacionamento da humanidade com Deus a cada semana.
Sentir: A importância de reconhecer e proteger os direitos dos outros para a experiência do sábado.
Fazer: Guardar o sábado com gratidão, de uma forma que revigore o relacionamento com Deus e evite privar os outros dessa experiência.
Reconhecer: Que o sábado foi dado à humanidade antes da queda como um meio de revigorar o relacionamento da humanidade com Deus a cada semana.
Sentir: A importância de reconhecer e proteger os direitos dos outros para a experiência do sábado.
Fazer: Guardar o sábado com gratidão, de uma forma que revigore o relacionamento com Deus e evite privar os outros dessa experiência.
Esboço
I. Saber: Deus e o sábado
A. Por que Adão e Eva necessitavam do sábado em um mundo não caído?
B. Como a guarda do sábado revela o propósito de Deus para a nossa vida?
II. Sentir: A dádiva do sábado
A. O quarto mandamento identifica uma lista de criaturas sobre as quais temos o poder de privar do descanso sabático. Por que é importante sentir a necessidade de proteger o repouso sabático dessas criaturas?
B. Fomos feitos para a comunhão íntima com Deus. Como a observância do sábado pode fortalecer o seu desejo de aprofundar a sua comunhão com o Criador?
III. Fazer: Santificando o sétimo dia
A. Como o sábado revigora o nosso relacionamento com Deus?
B. Como podemos usar a nossa influência para proteger o acesso dos outros ao descanso do sábado?
Resumo: O sábado foi dado antes da queda como uma ferramenta para ajudar os seres humanos a se lembrarem de quem eles são: criaturas finitas sob a soberania de um Deus infinito. O sábado, portanto, foi dado como uma ferramenta para revigorar o relacionamento com Deus. Como tal, o sábado mostra que Deus nos fez para ser mais do que meros produtores de produtos e serviços. Fomos feitos para ter um relacionamento íntimo com Deus. Além disso, em um mundo pecaminoso, temos o poder de privar os outros dessa experiência revigorante, ao fazer com que eles continuem a produzir produtos e serviços para nós no sábado. O quarto mandamento nos chama a exercer o auto-domínio e a usar o nosso poder para proteger o acesso dos outros ao descanso do sábado.
Ciclo
do aprendizado
Motivação
Conceito-chave para o crescimento espiritual: A criação e o sábado estão intimamente ligados. A negação da criação tende a levar à negação de outras verdades bíblicas, como o sábado, o Dilúvio, a segunda vinda de Cristo, o novo céu e a nova Terra.
Só para o professor: Ajude a classe a perceber que o ensino da criação está intimamente ligado ao restante da teologia bíblica. Mude sua visão da criação, e você será forçado a mudar outras coisas para manter a consistência lógica.
Nossa
lição menciona o fato de que Pedro conecta a negação da criação
à negação do Dilúvio e de outros ensinamentos bíblicos. Pedro
pode ter sido uma testemunha antiga de tais fenômenos, mas o mesmo
padrão também está vivo e intenso atualmente. teólogos do
processo, teólogos evolucionistas e outros negam a criação em seis
dias de Gênesis 1 como história factual. Alguns desses teólogos
também negam a segunda vinda de Jesus, os novos céus e a nova
Terra, e outras coisas. Para eles, a ciência moderna tem rejeitado
as Escrituras como sendo meras fábulas. Uma vez que a fé na
autoridade das Escrituras diminui, a religião se torna uma coleção
de ideias religiosas humanamente construídas, nada mais.
A criação, portanto, funciona como um teste decisivo da nossa visão acerca das Escrituras e de sua autoridade. Se a pessoa julga que a Bíblia está errada sobre as origens, é mais provável que ela questione outras histórias miraculosas, como o Dilúvio, a ressurreição de Jesus, ou conceitos como o sábado. A questão central não é a criação em si, mas o impacto da negação de Gênesis 1 sobre a autoridade bíblica.
Pergunta
de abertura:
Uma pessoa com uma fé humanamente construída aborda as Escrituras
de modo diferente daquele que considera as Escrituras a Palavra
autorizada de Deus? Como você pode perceber se a sua fé é
humanamente construída ou baseada na Bíblia?
Compreensão
Só para o professor: O sábado é mais do que um dia de descanso. Deus nos fez para ser mais do que apenas produtores de bens e serviços para Ele. O sábado é um dia para renovar nosso relacionamento com Deus.
Comentário Bíblico
Ao
redor de um campus de universidade adventista do sétimo dia não é
incomum ver regularmente carros com adesivos que dizem: "O
sétimo dia é o sábado, e Deus nunca o mudou." Essa afirmação
sugere uma pergunta: É possível que os adventistas do sétimo dia
se concentrem tanto em qual é o dia do sábado que ignorem as
dimensões mais profundas da guarda do sábado? Além disso, não é
raro ouvir a explicação de que o sábado aumenta a produtividade
humana. Ao descansar um dia, podemos produzir mais durante os seis
dias seguintes. Mas o sábado é apenas um dia de descanso,
permitindo que nos destruamos com excesso de trabalho durante os
outros seis dias? Se esse fosse o caso, por que o sábado teria sido
necessário no Éden antes da queda, no qual o cansaço não era,
presumivelmente, um fator significativo? Por que a humanidade sem
pecado precisava do sábado? Várias razões podem ser citadas.
Em primeiro lugar, Adão e Eva tinham tarefas a fazer no jardim. Porém, Deus ordenou que eles não fizessem essas tarefas no sábado. Essa proibição sugere que Deus fez a humanidade não apenas para a produção de bens e serviços. Comunhão íntima com Deus era uma prioridade maior do que simplesmente a produção eficiente. O amor de Deus por nós não está fundamentado naquilo que produzimos para Ele. Em vez disso, Seu amor estende um convite para uma amizade especial e pessoal com Ele. Além disso, parece que até mesmo Adão e Eva poderiam ficar tão absorvidos nas tarefas relacionadas a servir e proteger o jardim que esquecessem a soberania do Senhor sobre eles.
Assim, mesmo antes da queda, o sábado provia um tempo para revigorar a orientação para o relacionamento com Deus, fazendo a pessoa lembrar de que ela era uma criatura finita sob as ordens de um Deus soberano e também misericordioso. Seja antes da queda ou depois dela, essa renovação das forças é uma função vital do sábado.
Em segundo lugar, Adão e Eva tiveram que aceitar o sábado de acordo com os termos e o tempo divinos, reconhecendo assim Seu direito de fazer reivindicações nesse aspecto. Para Adão e Eva, o sábado foi o seu primeiro dia inteiro de existência. Eles não tinham como saber quanto tempo havia ocorrido antes que obtivessem consciência. O senso comum pode ter sugerido a eles que o ecossistema perfeitamente desenvolvido que contemplavam não poderia ter surgido poucos dias antes. A única maneira pela qual eles podem ter sido informados sobre o que realmente havia acontecido é que Deus deve ter revelado a eles a natureza dos dias anteriores da criação. Pela fé, eles tinham que aceitar que o sábado era de fato o sétimo dia da história da Terra e se submeter a um ciclo semanal ordenado por Deus. Assim, a guarda do sábado é um ato de fé, que aceita o calendário divino e reconhece o Seu direito de organizar o nosso tempo e adoração. O sábado, portanto, ajuda a destacar e reverter o problema de Eva: ela esqueceu quem ela era e tentou se tornar igual ao Criador. O sábado nos mostra que Deus nos fez não apenas para ser benefícios utilitários para Si mesmo. O dia do Senhor foi criado para promover uma comunhão íntima entre Deus e a humanidade.
Pense nisto: Além da diferença entre os dias, qual é a diferença entre a observância do sábado e a forma pela qual as pessoas observam o domingo? Como essas diferenças beneficiam a vida espiritual?
Aplicação
Só para o professor: Aqueles que contratamos e empregamos têm direito ao descanso sabático. Deus tem direito à sua observância do sábado. Nós temos o poder de privar as pessoas do seu direito ao descanso sabático e também de privar Deus de Seu direito.
Perguntas
para testemunho:
1.
Você vê as pessoas como ferramentas utilitárias criadas para
produzir produtos e serviços para você mesmo, ou as vê como tendo
sido criadas para algo mais? Como essa perspectiva afetará sua
maneira de tratar os outros?
2. A quem você pode explorar e dominar? Como os princípios da criação e o sábado influenciam sua maneira de exercer esse poder?
2. A quem você pode explorar e dominar? Como os princípios da criação e o sábado influenciam sua maneira de exercer esse poder?
Criatividade
Só para o professor: As duas versões do quarto mandamento mostram que o sábado celebra o poder criador e o poder redentor.
Atividade
para discussão:
1.
Qual é a relação entre o poder criador e o poder redentor?
2. Se Deus tivesse criado através de processos evolutivos, como isso teria afetado nossa compreensão da relação entre poder criador e poder redentor? O que poderia mudar em nossa compreensão do novo nascimento e da renovação espiritual?
3. Qual é a diferença entre os princípios cristãos do crescimento e desenvolvimento do caráter e os processos da evolução? Por que o crescimento cristão não é simplesmente uma forma de evolução?
2. Se Deus tivesse criado através de processos evolutivos, como isso teria afetado nossa compreensão da relação entre poder criador e poder redentor? O que poderia mudar em nossa compreensão do novo nascimento e da renovação espiritual?
3. Qual é a diferença entre os princípios cristãos do crescimento e desenvolvimento do caráter e os processos da evolução? Por que o crescimento cristão não é simplesmente uma forma de evolução?
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